WWF – Publicidade do Panda

•16/12/2009 • Deixe um Comentário

i like it

Operação “Christmas-pet” (I)

•15/12/2009 • 2 Comentários

Olá, olá! Está a chegar a altura crítica, o natal! Altura em que muitos pensam em oferecer um animalzinho de estimação. Pesquisava aqui informações sobre um “pet” que gostava de oferecer, até descobrir que era ilegal ter um furão!

Depois dessa particularidade, continuei a investigar e encontrei bicharada que nunca pensei ser possível de adoptar como pet.

Resolvi então fazer uma pequena “viagem” sobre estes animais e partilhar com os caros leitores e curiosos sobre algumas particularidades de cada um. Como de resto só tenho cães, gatos e peixes, agradeço todas as informações adicionais que proprietários ou curiosos possam saber. Já tive coelhos, porcos da índia, pássaros…entre outros, mas esta nova geração de animais, em especial os exóticos, deixa-me curiosa e nem tudo se aprende nos livros ou na Internet, por vezes só os donos sabem e aprendem as manhas e as singularidades de cada animal/espécie.

Vamos começar?Mil-pés Gigante Africano

Este primeiro amigo da foto é o chamado Mil-pés Gigante… Os senhores do VivaPets dizem que vêm de África, são dóceis e calmos (e cá entre nós, fazem-me lembrar uma centopeia). Não são a minha praia e pouco posso dizer sobre estes bichinhos, apenas que têm o aspecto que está a vista, mas se gostam de animais estranhos, força aí… Chamaram-me a atenção por serem de longe aqueles que provocam maior impacto pelo seu “exotismo”.

Quem é que já não teve um casal de Bichos-da-seda? Depois alguns bichos-da-seda? Depois muitos bichos-da-seda? Depois uma praga imensa deles? Pois… Com estes amiguinhos brancos essa é a única reticencia, até porque são excelentes cobaias para as crianças Bicho-da-sedaaprenderem a respeitar e cuidar do seu pet. Não podemos comparar um bicho-da-seda a um cão, mas quando somos muito novos e curiosos, torna-se fascinante perceber todo o ciclo (pelo menos no meu tempo, altura em que a sega saturn me fazia bocejar, os bichos da seda tinham a sua mística envolvente, pelo menos até descobrir que o disco “vira e toca o mesmo”). A parte boa: são baratos, fáceis de tratar, não fazem barulho e alimentam-se de folhas de amoreira (preferem a espécie branca, mas a falta de melhor, marcha tudo). 

Quando nascem são minúsculos e por isso é preciso ter muito cuidado, não os deixar apanhar muito sol. Enfim, se os deixar numa caixinha de sapatos, desde que tenham folhas para se alimentar, eles vão crescendo, roliços, branquinhos e sedosos. 

Os Coelhos… adoro os coelhinhos, são lindos, adoráveis, fofinhos e sensíveis. Variam os tamanhos, as raças, as orelhas e até ondeCoelho tenho conhecimento a sua esperança média de vida varia entre os cinco e os dez anos de vida.  Podem escolher entre o “orelhas descaídas” ou seja o Belier, o coelho russo ou “micro coelho”, o holandês e não me quero esticar mas ainda existem por aí mais algumas raças, mas geralmente o comum mortal conhece-os por coelho comum ou coelho anão.  

Geralmente são meigos, carinhosos, ouvem e respondem ao dono, são ternurentos e mimados. Devemos ter a preocupação de lhes preparar um lar cuidadoso, uma gaiola com feno a disposição, obter informação sobre os alimentos frescos que devemos dar-lhes ou não, sendo que o aconselhável é a ração, mas quando falo de alimentos frescos, falo daqueles que lhes podem provocar distúrbios como diarreia. Não se deve dar banho a estes amiguinhos, até porque são por natureza animais muito limpos e não há necessidade disso. Nota: Há quem defenda que são muito sensíveis ás diferenças bruscas de temperatura, por isso há que ter cuidado.

… amanhã há mais bicharada.

 

Parabéns mano***

•14/12/2009 • Deixe um Comentário

 Ao mano mais novo: Já tens idade para ter juízo e hoje dava-te uns caldos Postcardnas orelhas, mas é só porque 23 anos, são 23 anos. Não estou por perto, mas sabes que não me esqueço e como sei que sempre vais lendo os meus disparates… aqui ficam os votos.

Diverte-te que hoje é o teu dia, e nada de fumar aquelas coisas para rir ou de beber seja  o que for que tenha mais álcool do que um champomi. Hein…

Brincadeirinha… ou não…

(Ahahahah – riso maquiavélico)

Pergunta…

•13/12/2009 • 3 Comentários

Já viram alguém correr por algo que não seja um desafio? Borboletas no estômago… ou se tem, ou não se tem…

Tascaville

•09/12/2009 • 2 Comentários

Plantamos vegetais virtuais, ordenhamos vacas virtuais, fazemos pratos culinários cheios de requinte, virtuais… temos pets virtuais… E muitos de nós nunca tocaram as mamas de uma vaca, fizeram uma espetada de peixe com pimentos vermelhos ou sequer sabe estrelar um ovo sem ferir a gema. Quanto aos pets…bem, aparte dos asmáticos, penso que todos sabem o que é um gato e o que são festinhas e arranhadelas de gato!? Certo?

Falo disto tudo porque as aplicações do facebook chegaram a matar, com uma funcionalidade que só posso categorizar como “de básica para o lado de lá” e que apesar de serem jogos extremamente intuitivos, são inúteis! Garanto-vos (pelo menos aos que não sabem) que uma bananeira não dá bananas nem uma oliveira dá azeitonas á mesma velocidade a que as mamócas da vaquinha se enchem de leite. E que se for ao galinheiro, certo é que não vou encontrar ovos de oferta, ou que as arvores crescem consoante o número de prendas que nelas se coloca.

A ser verdade isto tudo, já alguém teria inventado um Tascaville em que o objectivo seria algo como tentar embebedar o maior número de estudantes e velhotes. Nasciam grades no chão. Arrotar dava pontos. Peidolas e piropos ranhosos levariam o jogador a um nível bónus. Até parece que tou a imaginar o senhor António ali da tasca a roncar ao fundo do jogo, enquanto alguém grita “é uma mini” e se vê uma nuvem verde de mau cheiro a sair dos wc’s porque alguém se lembrou de lá ir “libertar o demo”.

Os níveis então, seriam um mimo. Nível 2 – serve refeições sem cabelos… nível 7 – já pode comprar cadeiras sem pregos nem farpas nos acentos… nível 10- é possivel comer sem encontrar “surpresas” no prato… e por aí até chegar ao nível em que em vez de termos uma tasca tínhamos algo como uma Kadoc ou uma Lux.

Será que é melhor registar a patente da ideia!? Hum?

Querido Pai Natal

•09/12/2009 • 2 Comentários

Querido Pai Natal…

Este ano eu sei que a “coisa está fraca” mas para evitar desgostos (pelo menos da minha parte), resolvi escrever-te em carta aberta.

Olha lá, não é por mim, é pelas mães deste mundo. Por favor, (a não ser que as pessoas em questão manifestem esse desejo) evita tudo o que sejam ferros de passar, frigideiras de uma só colher de óleo, panelas de pressão, garfos de coçar as costas, corta unhas, cães de loiça e toda aquela parafernália que serve basicamente para coisa nenhuma ou para nenhuma coisa.

Agora por mim… por favor, para de me enviar livros de auto-ajuda. Ao fim de 25 anos a viver comigo mesma já percebi que o low-level de sanidade mental não tem cura, por isso é melhor trocar os “créditos” por algo mais construtivo. Na pior das hipóteses, serve bem um best-seller (desde que na capa não constem as palavras: margarida, flores, dias, esqueci, amor, how to…acho que já percebeste a ideia).

Bem, sejamos honestos…não me vais trazer um pc novo, nem aquela wacom que espero há anos, já nem falo do carro, mas sem rancor… amigos na mesma.

Desde que não me tragas nada de terrivelmente inútil que só me sirva de calço de uma cadeira ou enxoval para daqui a 15 anos, estamos bem! Amigos, felizes e contentes.

Não sabes o que dar? Fica-te pelas meias, pantufas e pijamas que ao menos combatem o frio e têm-me dado um jeitão daqueles… Evita as ofertas low-cost dos chinócas, até porque os apliques arranham e a durabilidade é questionavel!

 

Ps. Lembrei-me agora! Tens por aí namorados perfeitos em stock? Também servia!

Parabéns “Urso”

•08/12/2009 • 3 Comentários

Parabéns àquele que mais do que um grande companheiro de convPostcardersas idiotas, é uma alminha muito especial, e ainda bem que algures, num dia perdido do passado, despertou a minha atenção. Não preciso de nomes, porque, seu granda urso, sabes que este feliz aniversário é para ti…

 Agora faz-me um favor de ser estupidamente feliz e continuar a ser uma riqueza de menino.