O poder da felicidade no local de trabalho – A parabola da formiga (resumo)

Vamos adoptar outra perspectiva, pode ser?

Neste artigo “Parábola do despedimento da formiga desmotivada“, fala-se da história de uma formiga que viu o seu ambiente de trabalho a mudar, a pressão a aumentar e deixou de ser feliz no seu trabalho.  O texto supostamente de autor anónimo, refere um conjunto de acções que visaram “aumentar” a produtividade da formiga, mas que acabaram por sufocar o trabalho da mesma.

Existem sítios onde o patrão delega o seu trabalho nos profissionais mais competentes, porque sabe que para a sua sanidade mental e vida pessoal, esse é um ponto crucial! Ninguém pode, nem consegue, nem deve controlar tudo a toda a hora.

O que vejo quando olho em redor actualmente, é assustador! Empresas inteiras que não sabem o que fazer ao nível dos recursos humanos, queimam trabalhadores, frustram expectativas e qualidade de trabalho, não mostram muitas vezes a intenção de facilitar a vida pessoal de cada um, e perdem dezenas, centenas de funcionários com um excelente qualidade. E sabem que mais, as formigas saem do local e irão encontrar algo melhor, um sítio para serem felizes e para se sentirem realizadas. Cada vez mais formigas procuram fazer algo que amam…

ps. Obrigada à empresa que me deixa exercer a minha actividade de voluntariado (das coisas mais satisfatórias e gratificantes que fiz até hoje) – Ser Auxiliar de Veterinária – e que me ajudam a abrir horizontes e a pensar que poderá haver  um futuro risonho à espera. Obrigada.

See you Lesley (AGA) – RIP

Há uns anos apareceu-nos uma gata tartaruga perto de casa… enquanto passeávamos, veio ela do nada ter connosco… o Ricardo diz que foi um sinal, que ela é que nos adoptou… a verdade é que até hoje continua connosco.  No entanto como já tínhamos 3 gatos, resistimos e resistimos… e começamos a pensar em formas de pagar a esterilização… um dia ela desapareceu… apareceu semanas depois com uma barriga enorme… resumindo, estimamos que tenha parido entre 6 a 7 gatos, só encontramos  vivos 4. Nessa altura pedimos ajuda a uma pequena associação, muito generosa que marcou logo as condições plesleyara tratarmos a mãe e os filhos, e por isso cá em casa não há mais surpresas. Conseguimos dar seguimento a alguns para adopção, mas a família aumentou. Outro dia apareceu outra gata, chamamos de Arisca por ser de feitio dificil e ficar apenas na varanda da casa dos meus pais… mal não fazia, foi ficando… mas falamos com a tal associação, e tratamos de a esterilizar antes de termos mais surpresas… Sempre foram assim. Generosos pelos gatos, por quem cuida deles e não tem como cuidar mais, sempre um anjo. Hoje o anjo principal por todas essas ajudas partiu e deixa um sentimento de vazio e tristeza, como no dia em que nos levaram o MNE.

No Facebook da Carvoeiro Cat Charity lê-se:

” We are all very sorry to hear that Lesley Normington passed away yesterday. She was a true ambassador for cats across the Algarve and beyond. She gifted the legacy of the Mr No Ears Retirement Sanctuary at Carvoeiro Cat Charity and Rescue Centre which we will be for ever grateful for.

As Lesley used to say “Its all about the cats”

Que descanse em Paz e que seja recebida como sempre tratou os outros, com simpatia, caridade e um longo grupo de bigodudos de caudas bamboleantes.

 

O Elefante na sala

Um certo dia chegas a casa e tens lá alguém.

Conversas com essa “pessoa” e ela diz que só vai ficar uns momentos.

Os teus amigos dizem para ter paciência e calma. Tu pensas que realmente eles devem ter razão.

A “pessoa” vai embora. Assunto resolvido.

Semanas depois a situação repete-se. Sempre por breves momentos. Aprendes a aceitar. Afinal a vida é assim, as vezes mais vale relaxar e levar.

Com o passar do tempo essa “pessoa” começa a ficar mais tempo. Há dias em que quer conversar e apesar das conversas serem um pouco repetitivas, por vezes fica até amanhecer a falar do mesmo assunto.  E tu pensas… como é que eu vou sair amanhã para a escola, trabalho, estágio… mas não fazes nada porque correr com essa “pessoa” era maluquice. Vamos ser normais e ter calma. Já nem falas disso aos teus amigos. Não os queres saturar e compensas em casa nas folgas. Tentas por o sono em dia.

Passam meses…

O trabalho é cansativo, pensas em mudar de trabalho. Mais cedo ou mais tarde consegues, mas pouca-sorte, não foi tão bom como esperavas. Pelo contrário, foi ainda mais desgastante. Chegas a casa e lá está “ela”. Fala e fala e fala e tu tens de resolver o bolo de problemas mas não sabes como. Tens uma casa para cuidar, tens uma família que precisa da tua atenção, mas esta “amiga” está sempre contigo.

Agora acorda contigo, vai contigo para o trabalho e sem grande decoro fala alto, toca bateria e chama toda uma equipa de amigos para a ajudar. Podia ser divertido se fosse dia de festa, mas não é. Queres trabalhar e o barulho é imenso. Não consegues manter o fóco e quando chegas a casa estás com a energia abaixo de zero…

Existe uma amiga chamada depressão e Portugal é o segundo país no mundo com maior taxa de depressivos, só ultrapassado pelos estados unidos. Isto deve-se muitas vezes à falta de acesso a cuidados básicos da doença, assim como a um tratamento sério que encare a depressão como uma doença do cérebro.

Sabia que na maioria das pessoas o primeiro sintoma que surge é físico? Sabia que quase sempre o suicídio está contextualizado em episódios de depressão? Sabia que a DEPRESSÂO TÊM CURA?

É possível ser feliz e é possível voltar a ter energia, a trabalhar com um sorriso, a ter paciência, alegria, a viver bem! Se sente que um familiar ou amigo pode não estar bem, se você próprio se sente “diferente” e não percebe porquê, procure ajuda. A depressão não é um bicho, mas precisa de ser tratado (e existem várias formas de tratamento).  Não tenha medo de procurar o seu médico de família, de falar com um psiquiatra, com um psicologo, de iniciar um plano de exercício físico, de fazer meditação.. o que resultar é válido! Seja feliz! Fique atento!

Vamos combater o Elefante (ou o cão) na sala?

O Dr. Olegário tem aqui um par de palavras que é muito feliz e que explica a depressão.🙂

Felicidade, está olhando para a felicidade!

Repost de um post que encontrei no facebook e que afirma que esta é uma proteína de miostantina/miosina (myosin) a transportar uma molécula de endorfina (hormona da felicidade) para o cérebro. Aí, alguém postou em inglês: “Felicidade, você está a olhar para a felicidade.”

Difícil deixar de olhar para elas, não é?

Original aqui

O Coelho – Actividade CPPADERNE

No seguimento de uma actividade realizada a 02 de Novembro, para os meninos da Creche Gente Miúda (Algarve), fui lá conversar sobre o coelhinho de estimação e sobre algumas das suas necessidades básicas. Falamos sobre o peso, alimentação, escovagem, cuidado ao manusear, caricias, a personalidade dos coelhos, corte das unhas e dentes. Foi muito divertido e fica aqui o documento que criei para a actividade em questão.

coelho Cebolinha/Cebolada

Obrigada a toda a equipa da Sala dos Sonhos (2-3 anos) e à Sra.Directora Patrícia Beira Grande, por esta manhã tão divertida, ao "sr" Google, dono de algumas das imagens e a todos os autores das outras que não sendo minhas, não consigo atribuir autoria. Por favor se souberem, terei todo o gosto em atribuir autorias.

Panleucopénia Felina

Doenças em Felinos - Informação da responsabilidade do European Board on Cat Disease.

O que é a panleucopenia felina?

O parvovírus da panleucopenia felina (FPV) infecta todos os felídeos assim como guaxinins, martas e raposas. Pode levar à extinção de populações inteiras de gatos suceptíveis. O FPV pode sobreviver no meio durante vários meses e é altamente resistente à maioria dos desinfectantes.

Infecção

Gatos doentes excretam FPV em elevadas concentrações nas fezes e a transmissão ocorre por via orofecal. O contacto indirecto é a via de contacto mais comum de infecção e o FPV pode ser transportado através de ”veículos” ou fomites (calçado, vestuário), o que significa que gatos que não saiam de casa também estão em risco. Também ocorre transmissão intra-uterina do vírus e infecção dos recém-nascidos.

Sinais clínicos

O FPV afecta gatos de todas as idades. Os juvenis são mais susceptíveis.

Taxas de mortalidade elevadas, >90% nas crias Dependendo dos tipos de células infectadas, os sinais de doença incluem :

  •  diarreia
  •  linfopenia, neutropenia, seguida de trombocitopénia e anemia
  •  imunossupressão (transitória, em gatos adultos)
  •  ataxia devido a hipoplasia do cerebelo (em crias apenas)
  •  aborto

FONTE E Documento para leitura detalhada

Fale com o seu veterinário se suspeitar que o seu animal tem sinais clínicos de FPV. É importante que face a determinados sinais clínicos o animal seja sempre consultado por um médico com conhecimentos para avaliar o estado de saúde do animal.