Animais: Seres pensantes ou decisores por instinto

INSIDE THE MINDS OF ANIMALS – O que pensam os animais e nós sobre eles? Eis um TedEx curioso que fala sobre as diferenças de perspectiva entre as espécies e serve como mote para pararmos e meditarmos sobre a forma como encaramos o “outro” em particular, espécies diferentes. Sabemos assim tanto? Estaremos assim tão distantes destes?

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Bandas Sonoras brilhantes

Acho que é do conhecimento geral a minha paixão assolapada por bandas sonoras. Este apanhado é pura e simplesmente brilhante. Podia ter sido retirado de uma cerimónia dos oscares.  Muito bonito. 🙂

No meu carro hoje tocava  Amanda Ghost, Cellophane (OST do filme Sweet November).

“Nobody moves me
I’ve been through this life with no place that I can call my own.Thinking above me
I never seem to find anybody that can feel like home
And I try and I try and I try.
Funny how it feels when there’s nothing to say.
Trapped with my ideals I can’t contain
I’m wrapped in cellophane.
Nobody told me obsessive needs were always following me around
And you can’t ignore me.
Look at my face and then tell me my place in town
And he’s in and she’s in and he’s in and she’s in
And I try and I try and he’s in and she’s in and he’s in and she’s in.”

Mas também gosto muito desta, em especial da música que ocupa o 8º lugar:08: The Illusionist – The Orange Tree, by Philip Glass.

O senhor é uma banana…

Não, o senhor não é um banana! Ele é uma banana! A sério, vejam:

Imaginem: olhar estático, no horizonte, boca aberta, e só alguns minutos depois é que consegui perceber (ou não) o que se passava neste vídeo. Acho que vou precisar de ajuda para retomar o maxilar á posição original.

A pergunta que se instala: Porque é que o senhor é uma banana?

A reconstruir…

Posso ter um ataque de honestidade?

Aqui estou eu a reconstruir quase de raiz a minha vida pessoal e social na cidade onde praticamente nasci mas onde não tenho absolutamente nada (de resto, pouco menos do que deixei para trás).

Mais uma vez ouvi as perguntas do costume e dei as respostas do costume. “Não, estou sozinha… Sim, acabei mas estou desempregada… Tenho esperança, mais cedo ou mais tarde encontro algo, certo?” E apesar de estar bastante bem disposta (mais do que pensaria estar depois de duas semanas em casa dos “pais”), dou por mim a desmotivar quando se fala de vida sentimental.

Ressuscitei algumas amizades, em especial duas meninas. Dois casos de extremos. Uma solteira mas com namorado, casa própria e carreira a correr de vento em poupa – tanto que nem tem tempo para respirar. Outra, separada, com dois filhos, desempregada e cuja vida parece um prato de esparguete de tão enliçada…

E mais uma vez volto á minha teoria. Não tenho paciência. Gostava, nem imaginam o quanto gostava, mas não tenho. Não me apetece investir. Não me apetece aturar imaturidades ou gente “folgada”.

Bem,  não se constrói um edifício a começar pelo telhado, e neste momento as minhas fundações são de palha.

Sabem que mais? Apetece-me começar a trabalhar o quanto antes. Tenho a minha motivação e vontade de vencer totalmente voltada para essa área.

“Juro ganhar o jogo sem espinhas”…

Como costumo dizer, Baby Steps. Quem sabe um novo início, um sucesso não traga novidades e com elas mais sucessos?! Quem sabe? Um dia destes volto a ter energia para algo mais do que eu e trabalho… não sei quando… mas um dia vai ser…