The Fools Who Dream

Esta é um brinde a nós que ainda sonhamos, “The fools who dream”…A letra podem ver no vídeo ou ali abaixo escrita em bloco. (By the way, pequeno detalhe, esta pérola de música foi indicada para Óscar de melhor música original…)

Letra em tradução literal para Português:

A minha Tia costumava viver em Paris, eu lembro, ela costumava chegar a casa e contar-nos histórias sobre a vida lá fora. E eu recordo que ela contou-nos que saltou uma vez para um rio, descalça.

Ela sorriu

Saltou, sem olhar / E caiu no Sena/ A água era gelada/ Ela passou um mês a espirrar/ Mas diz que faria tudo de novo

Esta é para os que sonham/ Por mais tolos que pareçam/ Esta é para os corações que ardem/ Esta é para o estrago que fazemos

Ela apanhou um sentimento/ Céu sem tecto/ Pôr do sol dentro de uma moldura

Ela vivia na bebida/ E morreu num sopro / Eu vou sempre lembrar a chama

Esta é para os que sonham/ Por mais tolos que pareçam/ Esta é para os corações que ardem/ Esta é para o estrago que fazemos

Ela disse-me / “Um pouco de loucura é chave / Para dar-nos novas cores a ver/ Quem sabe onde nos levará? / E é por isso que eles precisam de nós”

Então tragam rebeldes / ondulação dos seixos / Os Pintores, e poetas e peças

E esta é para os tolos que sonham/ Por mais tolos que pareçam/ Esta é para os corações que se quebram/ Esta é para o estrago que fazemos

Eu volto atrás até lá / Ela, e a neve, e o Sena / Sorrindo por isso / Ela disse que o faria de novo.

Lyrics English (Original):

My aunt used to live in Paris
I remember, she used to come home and tell us these stories about being abroad
And I remember she told us that she jumped into the river once, barefoot

She smiled

Leapt, without looking / And tumbled into the Seine / The water was freezing / She spent a month sneezing / But said she would do it again

Here’s to the ones who dream / Foolish as they may seem /Here’s to the hearts that ache / Here’s to the mess we make

She captured a feeling/ Sky with no ceiling / The sunset inside a frame

She lived in her liquor / And died with a flicker / I’ll always remember the flame

Here’s to the ones who dream/ Foolish as they may seem /Here’s to the hearts that ache /Here’s to the mess we make

She told me
“A bit of madness is key / To give us new colors to see /Who knows where it will lead us? /And that’s why they need us”

So bring on the rebels / The ripples from pebbles / The painters, and poets, and plays

And here’s to the fools who dream /Crazy as they may seem /Here’s to the hearts that break 7Here’s to the mess we make

I trace it all back to then / Her, and the snow, and the Seine /Smiling through it /She said she’d do it again

Escrita por Justin Hurwitz, Benj Pasek, Justin Noble Paul • Copyright © Warner/Chappell Music, Inc

It’s Oh So quiet… até ao dia!

As pequenas expressões, as pequenas palavras falam mais do que quilómetros de texto de palha. Esta música diz tudo.

É um momento de calma, nada se passa.

Until…

O meu estado actual é aquele que muitos ignoram existir. É aquele estado de coiso e tal, coisa nenhuma, nem carne nem peixe… isso mesmo.

But “It’s Oh So Quiet…. Shhhhh… shhhh… it’s all so still…shhh … shhh… but soon again… shhh… shhhh…”

Don’t  Worry!

O Gato dele e o Cão dela…

Ora viva! Têm gatos? E cães? Eu sou a feliz proprietária de alguns exemplares que parecem saídos da tira de cartoons do Simon’s Cat.

Vejam o exemplo: Atitude da Pantera quando comecei a escrever o blogue e a passar mais tempo agarrada ao computador. Também acontece com a TV.

E este vídeo sem sombra de dúvida que é sobre a cadela do meu irmão, a Traquina. É I-GU-AL! Até no truque da choradeira com a cabeça no colo…

[Youtube=http://www.youtube.com/watch?v=NQCwHluBqFc]

Details in the fabric

Este tipo percebe-me… Santa companhia amiguinho, santa companhia… Horas a ouvir em loop. Algumas músicas falam por si e levam-nos… com o vento.

Apresento-vos: Jason Mraz (& James Morrison) em Details In The Fabric .

Por favor, ignorem os ataques das garotas…

Live:

Calm down
Deep breaths
And get yourself dressed instead

Of running around
And pulling all your threads saying
Breaking yourself up
If it’s a broken part, replace it
If it’s a broken arm then brace it
If it’s a broken heart then face it

And hold your own
Know your name
And go your own way

Hold your own
Know your own name
And go your own way
Hang on
Help is on the way
Stay strong
I’m doing everything

Hold your own
Know your name
And go your own way
Hold your own
Know your name
And go your own way
Are the details in the fabric
Are the things that make you panic
Are your thoughts results of static cling?
Are the things that make you blow
Hell, no reason, go on and scream
If you’re shocked it’s just the fault
Of faulty manufacturing.

 

And everything will be fine
Everything will be fine
Mmmhmm

 

And everything, everything will be fine
Everything

 

 

Yeah everything will be fine
Everything in no time at all
Everything

Hold your own
And know your name
And go your own way

Are the details in the fabric (Hold your own, know your name)
Are the things that make you panic
Are your thoughts results of static cling? (Go your own way)

Are the details in the fabric (Hold your own, know your name)
Are the things that make you panic (Go your own way)
Is it Mother Nature’s sewing machine?

Are the things that make you blow (Hold your own, know your name)
Hell no reason go on and scream
If you’re shocked it’s just the fault (Go your own way)
Of faulty manufacturing

Everything will be fine
Everything in no time at all
Hearts will hold

 

Versão do album:

It’s a beautiful lie…

It’s time to forget about the past
To wash away what happened last
Hide behind an empty face
Don’t have too much to say
That this is just a game

It’s a beautiful lie
It’s a perfect deny
Such a beautiful lie to believe in
So beautiful, beautiful that makes me

Everyone’s looking at me
I’m running around in circles, babe
A quiet desperation’s building higher
I’ve got to remember this is just a game

Entre linhas

Isto das músicas e dos filmes dá-me sempre panos para mangas, principalmente quando entro em discussão filosóficas sobre o assunto.

No caso dos filmes, geralmente fujo da “galinhagem” e junto-me aos gajos de vídeo para falar da paz no mundo e de filmes porreiros que eu possa estar a perder. Ficou-me uma conversa com um colega (ex-gadelhudo, ex-companheiro de sociologia – sim Ricardo, é contigo), sobre o Wall-e.

Não percebo. Os gajos desenvolveram um fascínio por aquilo que não percebo. Ele lá me tentou explicar as mensagens por detrás do filme, o contesto involvente da defesa do objecto da afeição, do “carregar da vida”… isto tudo no Wall-e!

Eu percebi a ideia, e achei muito bonito. Faz-nos sentir uma espécie de “é assim que as coisas deveriam ser”. Uma obra adorável e rica em valores, mas que eu era incapaz de voltar a ver.

Entretanto, continuo na minha, se é que alguém me percebe, mas nada bate o “fabuloso destino de Amelie” ou a força do tango de Roxanne no Molin Rouge. Gostos, são gostos.

De qualquer modo, agora estou para ver isto:

Obrigada pela sugestão André.

Aparte da loucura do dia a dia que está neste momento abafada pelo peso das responsabilidades, pela pressão, por tudo e por nada… Acho que preciso de algo assim.

 Uma loucura…

Um desafio…

“I dare you…”