You only get one life

Ficar acordada até tarde antes do feriado para ter mais uns minutos de coração mole e borboletas no estômago.

“You only get one life. It’s actually your duty to live it as fully as possible.”

― Jojo Moyes, Me Before You

Esta pérola tem também uma banda sonora “quentinha”. L-O-V-E I-T!

Here!

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Porque é que o amor é complicado

Tenho a certeza de que não sou a única pessoa a pensar sobre o assunto. Dá trabalho conquistar, manter, esperar por um futuro que tem limite. Porque sim. E ninguém quer estar sozinho só porque sim. Ninguém quer perder a fé nas borboletas. Ninguém quer ter um espaço vazio e uma casa a fazer eco quando chega depois de um dia de trabalho.

Porque é que o amor é complicado?

Porque é fácil sentir borboletas na barriga quando o sorriso dele se demora em ti. Toda a fé está posta nas loucuras, nos momentos em que o mundo pára e é só vosso! E é maravilhoso!

Esquecemos todas as vezes em que o coração ficou partido e as lágrimas tomaram conta do nosso rosto.

O amor é difícil por isso mesmo, porque não temos certeza mesmo quando pensamos que temos.

Porque é que o amor é complicado?

Porque todo o amor tem uma fase de deslumbramento e todo o amor nos leva a momentos de monotonia e rotina. Saber lidar com isso também é sentir amor. Saber combater e encontrar soluções, também é amor.

Tudo o que temos é o agora e o que queremos fazer com o “agora”. Se não existir fé, se não existir vontade de mais, de ser feliz, pergunto-me o que fazemos cá?

Sei que o meu coração não é feito de uma única peça. Por mais expostas e pessoais que sejam as minhas reflexões, por mais que falem aquilo que é “meu”, sei que é de todas as peças partidas que se faz a fé no amanhã.

Perguntam-me várias vezes porque é que vamos casar?

Se pensar bem ainda não respondi de forma honesta a ninguém. Respondo hoje a quem quiser ler, na certeza de que o amanhã é incerto.  Quero casar com esta pessoa porque quero viver com ele como se fosse o último dia, quero celebrar o tempo que já passou e o tempo que não sei se eu ou ele temos. Quero celebrar com os nossos amigos e família a maior obra de arte e a “coisa” mais bonita que Ele e Deus me deram, que é o nosso rebento.

Quero sentir o coração cheio e viver a alegria de partilhar a nossa família com o mundo porque a única coisa que temos é o hoje e um coração cheio e sobre o amanhã ninguém sabe. F0dam-se os hipócritas, os corações partidos (porque também já parti o meu e voltei a colar e a partir e a colar, tantas vezes que me esqueci de contar)…

Se sonhar e querer mais fizer de mim uma tola ou uma miúda (é só para acompanhar o aspecto físico)… Sonhar é a única coisa que me mantém a mesma pessoa que carregava uma boneca ruiva pela sala da minha mãe. É a única coisa que me continua a ligar aquela pessoa que aparecia em casa com uma caixa cheia de gatos ou até mesmo à pessoa que fez as malas e foi para Braga atrás da felicidade. Apaixono-me todos os dias, por mim a ser feliz, por pessoas, por sítios, por detalhes. Tomei uma grande dose de #f0da-se# até chegar aqui. Desisti tantas vezes que me cansei de desistir.

Amar é difícil, mas não amar é mais.

 

 

A soma das partes. Os anos.

Ficava na pele com um gosto doce amargo de quem conta uma história que não é a sua. Velha, cansada.

Os últimos anos não foram fáceis, nem para ela, nem para mim. A pele escureceu, a vida queimou-nos e de um momento para o outro não somos o que éramos quando tínhamos 14 anos.

Depois de muitos anos, de uma vida inteira, resolvi seguir caminho sem a minha primeira tatuagem. A nossa relação não era a mesma e o desgaste era óbvio. Não seria uma questão de retoque mas sim de mudança. O fim estava perto e eu sabia-o.

Tal como da primeira vez, já tinha pensado e repensado… mas o dia certo, a hora mais adequada, permitiram acabar com este sofrimento e a minha tatuagem desapareceu para dar lugar a um estado de alma estampado.

Está enorme, maior do que pensei que seria capaz de fazer. Está negra como o carvão, mas balança e voa, ama e vive. Quase que com vida própria se assume na minha pele.

Aos 32 anos, fiz a minha segunda tatuagem. Anos antes alguém disse: “Quem faz a primeira, faz a segunda…”

E sim, doí, arde, nos dias seguintes doí mais ainda do que aqueles 50 minutos na cadeira do tatuador… Doí quase que como aviso, porque a dor sente-se na pele e na carteira.

Dentro de um par de meses visto-me de “senhora” e não sou a mesma pessoa de há 18 anos atrás.

Eu mostro-a. Depois.

Gata 199X-2017

Bem do ladinho do céu tem um lugar chamado Ponte do Arco Íris.
Quando morre um animal que foi especial para alguém daqui, esse animal vai para Ponte do Arco Íris.
Lá existem riachos e colinas para que todos os nossos amigos possam correr e brincar juntos .
Tem muita comida, água e sol, e nossos amigos estão quentinhos e confortáveis. .

Todos os animais que estavam velhos e doentes voltaram a ter vigor e saúde; aqueles que estavam machucados ou aleijados estão inteiros e fortes novamente, exatamente como nas nossas lembranças dos tempos que já se foram.
Os animais estão felizes e contentes, exceto por uma coisinha: cada um deles sente falta de alguém muito especial , que teve que ficar para trás.

Todos correm e brincam juntos, mas chega o dia quando um subitamente para e olha para longe. Seus olhos brilhantes estão atentos; seu corpo treme de ansiedade. De repente ele começa a correr para longe do grupo, voando sobre o gramado verde, suas pernas indo mais e mais rápido.
Você foi avistado, e quando você e o seu amigo finalmente se encontrarem, vocês se abraçam numa reunião feliz, para nunca serem separados novamente. Os beijos alegres chovem sobre o seu rosto; suas mãos afagam de novo a cabeça amada, e você pode olhar mais uma vez nos olhos confiantes do seu amigo, ausentes há tanto tempo da sua vida mas nunca longe do seu coração.
Aí vocês cruzam juntos a Ponte do Arco Íris…

Autor desconhecido

Ser Feliz…

Ser Feliz…

Ora ser feliz é uma ambição constante de todo o ser humano. Já repararam como os animais vivem? É por isso que eu gosto de gatos. Neles está o segredo da felicidade. O gato aproveita cada momento a fazer aquilo de que mais gosta, seja a comer, a caçar, a dormir, a suprimir as suas necessidades básicas assim como as necessidades de afecto, carinho. O gato escolheu viver com as pessoas. Neste momento olho para o lado e vejo dois dos meus fieis escudeiros a disfrutar de uma breve soneca e penso:” Ora a seguir ao almoço, uma bela soneca! Eles é que estão cheios de razão!”

Obviamente o ser humano está condicionado aos horários de trabalho, a toda uma rotina, não é fácil enrolarmo-nos no sofá e dormir sempre que nos apetece. O problema é que passamos de um extremo para o outro. Vivemos sob stress constante, quando o stress deveria servir nos primordios da humanidade para nos alertar para os perigos, então tomamos medicamentos para acalmar. Depois precisamos de café para acordar e antes de adormecer voltamos a tomar medicação para adormecer de vez. Andamos dopados em substãncias para controlar o stress e a ansiedade de conseguir um trabalho perfeito, uma vida feliz, ter a casa perfeita e ser feliz. Pensem comigo. Apesar de sermos os bipedes mais inteligentes da terra, devemos um bocado ao bom senso. Mais cedo ou mais tarde vamos ser obrigados a recuar e pausar o stress para conseguir pensar e agir.

Ser Feliz… sou a última pessoa a ter a solução para a felicidade. Cada um deve olhar para dentro de si e procurar a luz que lhe indica o caminho (soa a banha da cobra, mas algures está a resposta, e não é em nenhum blog).

Eu agora vou fazer uma receição decente e colorida e talvez consiga dormir uns minutinhos a seguir ou meditar… Depois de uma manhã a procurar trabalho, também mereço.

Acreditar todos os dias, orar e fazer uma boa higiene mental.

Não esqueçam: Ser feliz não é uma meta, é um caminho! 😉

Have a Nice Day

Imagem roubada do face, sem créditos, mas acredito que tenha dono. Por isso, acuse-se que eu terei todo o gosto em atribuir os créditos. :*

Animais: Seres pensantes ou decisores por instinto

INSIDE THE MINDS OF ANIMALS – O que pensam os animais e nós sobre eles? Eis um TedEx curioso que fala sobre as diferenças de perspectiva entre as espécies e serve como mote para pararmos e meditarmos sobre a forma como encaramos o “outro” em particular, espécies diferentes. Sabemos assim tanto? Estaremos assim tão distantes destes?

Mooc’s – Estudar na internet

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A quantidade de informação que podemos encontrar online sobre determinado tema, é infinita, tanto como o espaço sideral que até hoje se considera em expansão. A grande questão aqui é, saber onde procurar e como ser auto-didata nos assuntos que são do nosso interesse pessoal e/ou profissional.

Uma grande ajuda são sítios que em parceria com Universidades por todo o mundo, compilam cursos que podem ir desde a comunicação e marketing, passando por física, nutrição , línguas, ciências de dados e informática… A oferta é vasta! Este é o pró, o contra é que apesar do acesso aos cursos ser livre, existe um elevado nível de desistências por falta de comprometimento dos alunos. Sem julgamento de valores. Estes cursos apesar de serem muitas vezes observados com olhares duvidosos, obrigam a um forte comprometimento por parte do estudante, principalmente se forem realizados numa língua estrangeira. São realizados testes após a matéria ministrada, existe a avaliação de textos (agora experimentem escrever sobre um tipo de cancro de pele sobre o qual nunca ouviram falar, em inglês, mantendo um raciocínio lógico entre o que foi dito num contexto absolutamente novo). Pessoalmente já experimentei o Coursera e o EDX e gosto de ambos. Apesar dos valores para a certificação, deixarem um pouco a desejar, mas se o fruto é retirado da formação, esse está ao acesso de todos.

Por outro lado existe o Duolinguo que também me agrada bastante por ser uma ferramenta que nos desafia à aprendizagem de línguas, recorrendo a um jogo. É divertido. Não sendo académico, começa a ser reconhecido pelas comunidades de alunos online, como uma ferramenta séria (com algumas falhas, mais recorrentes do que o esperado), mas ainda assim uma ferramenta útil e inovadora.

Meus caros, aceito sugestões para sites de aprendizagem online, principalmente associados a Universidades ou a aprendizagem inovadora.

Tenho o blog de “portas abertas a comentários e sugestões”.