Publicado em As Causas, Opinião, OUTROS, Quase científico, Texto

O que é “o” Algoritmo?

Adam do facebook explica como funciona uma parte significativa da nossa navegação na rede social.

Algoritmo é uma formula, um código usado para fazer aquilo que se faria por exemplo numa triagem da informação. Por isso é que é tão dificil para os gestores de redes sociais acompanhar esta realidade (tendo em conta que diferentes redes, com diferentes algoritmos estão cada vez mais a condicionar o acesso de páginas aos consumidores, confiando que mais cedo ou mais tarde todos iremos ceder e pagar para anunciar o nosso serviço.)

A seguir, e a seu tempo falaremos do nonio e das cookies… Porque é que nada é apenas benefício, tal como se apreaenta neste momento?

Be smart antes da bolha fechar.

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Publicado em Música, Opinião, OUTROS

Dia 50/365 – Son of God, Son of God

O filho de Deus“, que teve como protagonista Diogo Morgado, data de 2014. Dirigido por Christopher Spencer, a música escolhida para o último dia do mês de Março, tem o mesmo nome dd filme e pertence  Hans Zimmer, um nome que tenho mencionado bastante nos últimos posts. 

Enjoy the music and may god have mercy on our souls.

Publicado em Crónica de Um dia, OUTROS

Nas muralhas do castelo

Só sabe o valor da calma quem já conheceu a tormenta. 

Sentei-me durante anos nas muradas do castelo a olhar de cima para baixo e a pensar na pouca vontade que tinha de regressar. Ainda hoje tenho pouca vontade de regressar, mas de outra perspectiva.

É tudo demasiado visceral, demasiado terreno e demasiado “eu” para ser vivido no quotidiano. Foi tudo vivido muito depressa com uma intensidade que deverá sempre algo por mais severa que seja a palavra para a descrever.

Enfio de novo a cabeça no livro e perco-me de novo a pensar nas muralhas do castelo, no nascer das magnólias a esta época do ano, no trinar das cordas em finais de Abril. Será que fica para sempre ou será que um dia me sentarei nas muralhas sem recordação, sem memória de percorrer a calçada com lugares elevados e veredas estreitas no caminho?

Receio o dia em que me esqueça.

Pensei que teria sempre saudades do Tejo. Não tenho. Não sinto a sua falta, o seu apelo, nem tão pouco a vontade de apresentar a minha prole aos cisnes do jardim. Ficou lá longe, não sei porquê. Ao contrário do que achava… ficou lá longe. Mesmo quando regresso, nunca regresso. Está lá longe. Eu sou outra pessoa e a cidade é outra cidade. Costumava pensar em todas aquelas caras que um dia partiram e não voltaram, ou que surgiam anos depois, do nada, já descontextualizadas e sem perceber o que se havia passado, ou o motivo pelo qual o mundo não havia parado na sua ausência.

Fiz as pazes comigo e com o mundo. Deixei de ter saudades de algumas pessoas, perdoei outras, perdoei-me a mim, perdoei a cidade, perdoei o que me castigou, perdoei quem castiguei por não me perdoar.

Eu não sou daqui. Não sou de lá. Sou de mim e é disso mesmo que preciso. Descalço os pés, coloco-os na areia e respiro fundo a brisa gélida que me cristaliza no caminho os pulmões. Expiro e enterro um pouco mais os pés.

Volto a olhar para o livro e liberto em desabafo:” Demoraste. Foi muito tempo, demoraste…”

Sinto uma mão no ombro, como que apaziguando esta consciência inquieta.

O que restou da minha ligação à cidade florida, está guardado no sorriso dos meus sobrinhos e nos braços das minhas irmãs de coração… o resto de mim,  despede-se e entrega a inexistente saudade ao perdão.

Quando voltar, que seja por amor àqueles que “são daqui“… o resto, o tempo levará a outras gerações que em meia década se irão cruzar com imagens e rostos que nunca conheceram e histórias que não farão ideia de aonde os levaram.

Publicado em As Causas, Idade dos Porquês, OUTROS

Dar

Dar

Todos os dias damos algo. Bom, não tão bom, mas damos.

Ela entrou na tua vida e optou por dar-te algo. Um sorriso. Amizade. Atenção. Qualquer coisa que implica partilhar o seu tempo.

Ele entrou na tua vida e sem perceber foi-te cativando. Um sorriso. Um gesto. Amizade.  Qualquer coisa que implica partilhar mais do que aquilo que os olhos conseguem ver.

Dar. Ninguém é obrigado a dar e ninguém é obrigado a receber. Sem problema. Dar é só isso mesmo, um acto intencional ou não de generosidade com ou sem expectativas.

Todos os dias nos cruzamos com pessoas a quem damos ou optamos por não dar. Se alguém te der o seu tempo, a sua palavra, a sua atenção, devolve.

No fim, somos apenas isso… Dar.

Um bom Domingo para todos 🙂

Publicado em Música, Opinião

Dia 45/365 – Too lost in you, Love Actually

Todas as histórias de amor deviam ter uma banda sonora tocada a piano ou com o embalo de cordas. É como ter um bom vinho a acompanhar um jantar especial.

Love Actually” ou “O amor acontece”, de 2003 é a reunião de várias histórias felizes e menos felizes sobre amor. Não me recordo de uma só música neste disco que não seja absolutamente espétacular e com a qual não pense em fazer algo de profundamente emotivo e especial. É inspiração pura!

Hoje que é “oficialmente” o dia dele, e podem “dar-lhe com o clichet”…

Comprem uma caixa de morangos, uma garrafa de espumante docinho e preparem um banho de espuma para a vossa cara metade… o resto deixem a banda sonora fazer 😉

 

Para os solteiros que ainda acreditam em finais felizes, deixo esta ❤  Be Happy!

E olha que vem aí a Aurélia e o Jamie e pronto! Puff! Fez-se o final feliz! 😉

(Uma das minhas favoritas, de SEMPRE… )