ABERTO CURSO CED – FARO

DIVULGAÇÃO: FORMAÇÕES

“FORMAÇÃO TEÓRICO-PRÁTICA – MÉTODO CED (CAPTURAR-ESTERILIZAR-DEVOLVER) EM COLÓNIAS DE GATOS SILVESTRES | FARO

No próximo dia 12 de Março (Domingo), entre as 10 e as 18 horas, a Animais de Rua, em parceria com a Change For Animals Foundation, vai promover uma nova formação sobre o método CED (Capturar-Esterilizar-Devolver), o único método verdadeiramente eficaz e humano de controlo da população felina silvestre.

A formação terá lugar em Faro e será composta por um módulo teórico, durante o qual serão pormenorizadas as diversas etapas do programa CED incluindo a utilização dos materiais de captura, e um módulo prático onde os formandos poderão aplicar os conhecimentos adquiridos numa captura a decorrer numa colónia sinalizada pela Animais de Rua.

As inscrições devem ser feitas até ao dia 9 de Março através do e-mail dora.algarvio@animaisderua.org e têm o valor simbólico de 5€. A transferência deve ser efectuada para o IBAN PT50 0065 0921 0020 1240009 31 e o respectivo comprovativo enviado para o e-mail faro@animaisderua.org.

No final da formação será entregue um Certificado de Formação Profissional, emitido na plataforma SIGO, nos termos da Portaria 474/2010 de 8 de julho. A emissão deste certificado credita as competências adquiridas na Caderneta Individual de Competências (CIC).
Contamos com a sua presença e o seu apoio na construção de uma sociedade mais consciente!”

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O chapéu de chuva verde

Entrou naquele pequeno cubículo enquanto  fechava o chapéu de chuva verde.

Dirigiu-se ao balcão e com a voz num tom calmo mas assertivo. Pediu um café e ofereceu um pequeno sorriso. Olhou á volta. Tinha sido notada. Uma cara nova.

Ela reparou e talvez por timidez desviou o olhar para o televisor.

O rapaz do balcão sorriu.

Pagou o café e bebeu-o sem açúcar. Quente e amargo.   Desta feita agradeceu e sorriu.

Saiu e debaixo do chapéu de chuva verde, envolta pela chuva e pelo azul profundo das nuvens, sentiu-se num amargo e doce. Com pequenos saltos fintou as poças de água escura e seguiu o seu caminho. Pensou nele. Não no rapaz do balcão, mas nele.

“Coração! Chamou-me Coração! Pfff… Corações há muitos! Seu Palerma!”