Publicado em As Causas, Música, Opinião

Dia 46/365 The Theory of Everything [ Em franca e humilde homenagem a Stephen Hawking]

Stephen Hawking, 8 de janeiro de 1942, Oxford, Reino Unido, 14 de março de 2018, Cambridge, Reino Unido

Recomendo “A Teoria de Tudo“, um dos meus filmes favoritos, uma das bandas sonoras mais marcantes de sempre e a digestão de uma história que não está ao alcance da compreensão de todos nós, mas que alguém resolveu processar, de forma simpática, e mostrar em filme.

Caso se sintam insultados, podem tentar ler alguma das suas teorias. Good luck.

 

Stephen Hawking has dazzled readers worldwide with a string of bestsellers exploring the mysteries of the universe. Now, for the first time, perhaps the most brilliant cosmologist of our age turns his gaze inward for a revealing look at his own life and intellectual evolution.

My Brief History recounts Stephen Hawking’s improbable journey, from his postwar London boyhood to his years of international acclaim and celebrity. Lavishly illustrated with rarely seen photographs, this concise, witty, and candid account introduces readers to a Hawking rarely glimpsed in previous books: the inquisitive schoolboy whose classmates nicknamed him Einstein; the jokester who once placed a bet with a colleague over the existence of a particular black hole; and the young husband and father struggling to gain a foothold in the world of physics and cosmology.

Writing with characteristic humility and humor, Hawking opens up about the challenges that confronted him following his diagnosis of ALS at age twenty-one. Tracing his development as a thinker, he explains how the prospect of an early death urged him onward through numerous intellectual breakthroughs, and talks about the genesis of his masterpiece A Brief History of Time—one of the iconic books of the twentieth century.”

ISBN-13: 978-0345535283
ISBN-10: 0345535286
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Publicado em Música, Opinião

Dia 35/365 – Hand covers Bruise, The social Network

The social Network“, saia em 2010 para as salas de cinema, numa altura em que se dava o “boom” da percepção sobre os efeitos das redes sociais na vida de todos nós.

O filme retrata o “nascimento” do facebook, considerado por muitos como a rede mãe. Conta-se a história de Mark Zuckerberg, interpretado por Jesse Eisenberg, um jovem estudante de Harvard que  cria uma plataforma on-line que inicialmente tinha como destino a comunidade da universidade, mas que rapidamente cresceu para fora do campus de Harvard…

 

Publicado em Música, Opinião

Dia 34/365 – Scandalous, Catwoman

Catwoman” o filme, data de 2004 e conta a história de uma mulher, tímida, que desenvolveu uma série de qualidades físicas que a levaram a adoptar uma “persona” que está numa linha muito ténue entre o ser uma heroína ou uma criminosa. Não é dos melhores trabalhos de Halle Berry, mas é um bom filme de “domingo à tarde”.

 

Publicado em Crónica de Um dia, Opinião, Uma história

Porque é que o amor é complicado

Tenho a certeza de que não sou a única pessoa a pensar sobre o assunto. Dá trabalho conquistar, manter, esperar por um futuro que tem limite. Porque sim. E ninguém quer estar sozinho só porque sim. Ninguém quer perder a fé nas borboletas. Ninguém quer ter um espaço vazio e uma casa a fazer eco quando chega depois de um dia de trabalho.

Porque é que o amor é complicado?

Porque é fácil sentir borboletas na barriga quando o sorriso dele se demora em ti. Toda a fé está posta nas loucuras, nos momentos em que o mundo pára e é só vosso! E é maravilhoso!

Esquecemos todas as vezes em que o coração ficou partido e as lágrimas tomaram conta do nosso rosto.

O amor é difícil por isso mesmo, porque não temos certeza mesmo quando pensamos que temos.

Porque é que o amor é complicado?

Porque todo o amor tem uma fase de deslumbramento e todo o amor nos leva a momentos de monotonia e rotina. Saber lidar com isso também é sentir amor. Saber combater e encontrar soluções, também é amor.

Tudo o que temos é o agora e o que queremos fazer com o “agora”. Se não existir fé, se não existir vontade de mais, de ser feliz, pergunto-me o que fazemos cá?

Sei que o meu coração não é feito de uma única peça. Por mais expostas e pessoais que sejam as minhas reflexões, por mais que falem aquilo que é “meu”, sei que é de todas as peças partidas que se faz a fé no amanhã.

Perguntam-me várias vezes porque é que vamos casar?

Se pensar bem ainda não respondi de forma honesta a ninguém. Respondo hoje a quem quiser ler, na certeza de que o amanhã é incerto.  Quero casar com esta pessoa porque quero viver com ele como se fosse o último dia, quero celebrar o tempo que já passou e o tempo que não sei se eu ou ele temos. Quero celebrar com os nossos amigos e família a maior obra de arte e a “coisa” mais bonita que Ele e Deus me deram, que é o nosso rebento.

Quero sentir o coração cheio e viver a alegria de partilhar a nossa família com o mundo porque a única coisa que temos é o hoje e um coração cheio e sobre o amanhã ninguém sabe. F0dam-se os hipócritas, os corações partidos (porque também já parti o meu e voltei a colar e a partir e a colar, tantas vezes que me esqueci de contar)…

Se sonhar e querer mais fizer de mim uma tola ou uma miúda (é só para acompanhar o aspecto físico)… Sonhar é a única coisa que me mantém a mesma pessoa que carregava uma boneca ruiva pela sala da minha mãe. É a única coisa que me continua a ligar aquela pessoa que aparecia em casa com uma caixa cheia de gatos ou até mesmo à pessoa que fez as malas e foi para Braga atrás da felicidade. Apaixono-me todos os dias, por mim a ser feliz, por pessoas, por sítios, por detalhes. Tomei uma grande dose de #f0da-se# até chegar aqui. Desisti tantas vezes que me cansei de desistir.

Amar é difícil, mas não amar é mais.

 

 

Publicado em As Causas, Educação e Formação, Opinião

Mooc’s – Estudar na internet

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A quantidade de informação que podemos encontrar online sobre determinado tema, é infinita, tanto como o espaço sideral que até hoje se considera em expansão. A grande questão aqui é, saber onde procurar e como ser auto-didata nos assuntos que são do nosso interesse pessoal e/ou profissional.

Uma grande ajuda são sítios que em parceria com Universidades por todo o mundo, compilam cursos que podem ir desde a comunicação e marketing, passando por física, nutrição , línguas, ciências de dados e informática… A oferta é vasta! Este é o pró, o contra é que apesar do acesso aos cursos ser livre, existe um elevado nível de desistências por falta de comprometimento dos alunos. Sem julgamento de valores. Estes cursos apesar de serem muitas vezes observados com olhares duvidosos, obrigam a um forte comprometimento por parte do estudante, principalmente se forem realizados numa língua estrangeira. São realizados testes após a matéria ministrada, existe a avaliação de textos (agora experimentem escrever sobre um tipo de cancro de pele sobre o qual nunca ouviram falar, em inglês, mantendo um raciocínio lógico entre o que foi dito num contexto absolutamente novo). Pessoalmente já experimentei o Coursera e o EDX e gosto de ambos. Apesar dos valores para a certificação, deixarem um pouco a desejar, mas se o fruto é retirado da formação, esse está ao acesso de todos.

Por outro lado existe o Duolinguo que também me agrada bastante por ser uma ferramenta que nos desafia à aprendizagem de línguas, recorrendo a um jogo. É divertido. Não sendo académico, começa a ser reconhecido pelas comunidades de alunos online, como uma ferramenta séria (com algumas falhas, mais recorrentes do que o esperado), mas ainda assim uma ferramenta útil e inovadora.

Meus caros, aceito sugestões para sites de aprendizagem online, principalmente associados a Universidades ou a aprendizagem inovadora.

Tenho o blog de “portas abertas a comentários e sugestões”.

Publicado em Idade dos Porquês, Opinião

Ao meu “Eu” de 15 anos.

Lembram-se? Foi a 18/09/2007

The brick walls are not there to keep us out; the brick walls are there to give us a chance to show how badly we want something.

Randy Pausch

 

Se eu pudesse escrever uma carta ao meu “Eu” de 15 anos…

Olá! Ora viva, dona das certezas!

O que quer que te leve a optar por um determinado caminho, é escolha tua. O dinheiro, o potencial, a paixão, a opinião de terceiros, não os leves tão a sério… num futuro próximo nada disto te vai interessar.

A escolha de um caminho nunca é fácil e ninguém disse que o seria, mas no início das nossas vidas quando nos perguntam o que queremos ser, ou damos uma resposta genérica que pode ser igual amanhã ou não, ou realmente já descobrimos o que nos faz bater o coração mais depressa.

Optei quase sempre por áreas nas quais um eventual fracasso me deixasse confortável. Tive ofertas de trabalho em ambas, mas não o bater do coração e a vontade de mudar tudo.

Um dia vais acordar e perceber que viver com um amor de infância, sobre o qual realizamos em pequenas coisas do quotidiano, só para abafar o sonho, só para acalmar a consciência, mas que assumimos que nunca conseguiremos ter para profissão, chega a ser corrosivo. E vai por mim, é chato!

Hoje que sou mãe (sim vais ser mãe), daria todos os passos da mesma forma para chegar a onde estou, a aprendizagem foi importante. Foi a única forma de conhecer e chegar às pessoas maravilhosas que conheço e à família que é a minha!

Mas… e tinha de vir um “mas”!

Mas não voltes a permitir que te digam que não és capaz, que não é possível, que é difícil demais. Não voltes a evitar um caminho por medo. O medo cresce com o tempo e alimenta-se da ignorância e da dúvida.

Um dia vais precisar de saber como é percorrer para poder dizer que se correr mal, pelo menos tentaste, mas porque haveria de correr mal!?

Um dia vais precisar de percorrer o caminho para poder mostrar à pessoa mais importante da tua vida que os sonhos são importantes e que devemos “Sim” ouvir o coração.

Vais precisar de percorrer o caminho para poder dizer que nada é gratuito e até o sonho mais recente pode exigir muito trabalho, e as “paredes só estão lá para aqueles que não o querem tanto como tu”! É para isso que servem os obstáculos, não são para ti, são para aqueles que não o querem tanto como tu.

Um dia vais perceber que as tuas primeiras memórias felizes são com cães, gatos, galinhas e que foste uma criança muito feliz aí! Permite-te ser criança de novo! Não te leves demasiado a sério!

Ao meu Eu de 15 anos: Um dia todos os teus medos irão resumir-se ao que és para os que amas e à mensagem que deixas no mundo se hoje for o teu último dia.

Ao meu EU de 15 anos: Aos 31 não vais ter uma empresa (até porque não te interessas grandemente por negócios, apesar das aulas e mais aulas de empreendedorismo), passarás mais tempo a trabalhar de graça do que a ganhar para viver (sim, está na lista de coisas a corrigir), terás uma família grande, étnica, de duas e quatro patas. Não vais ser presidente de coisa alguma até porque tiveste a tua parte de associativismo na faculdade.  Aos 31 vais ser uma pessoa em crescimento e vais ter mais dúvidas e medos do que tinhas com 15 anos, porque agora o mundo não és só tu, e o verdadeiro sentido da responsabilidade é seres o mundo de alguém… mas por isso mesmo o teu eu de 31 anos será feliz.