X, Y, Z – Quem são estas pessoas?

Apesar de ter estudado comunicação, deparo-me com uma necessidade quase constante de perceber na perspectiva da psicologia a barreira comunicativa entre os baby boomers, a geração X (com a qual tenho um contacto familiar limitado e laboral ainda mais restrito), Y (da qual faço parte) e Z, onde se encaixam os mais novos.

Seja como for a tecnologia, a pressão económica e os factores de tensão social acabaram por moldar as nossas perspectivas do mundo laboral de forma bastante distinta. Se para uma geração o ideal é largar tudo se não se sentirem felizes, para a outra a primazia está na segurança.

A link seguinte que vos deixo, tem uma explicação sobre cada uma das classificações e sobre o impacto de cada uma na nossa sociedade. Espero que vos seja benéfico ou pelo menos que vos ajude a perceber a perspectiva de terceiros. Não queiras ir para “a ilha” quando a ilha é tudo o que nos rodeia. (Filosofia barata… 😉 )

Conflitos entre as gerações X, Y e Z.

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O Twitter não morreu

…o Twitter é uma inovação no campo das redes sociais e tem atraído a atenção de pesquisadores e jornalistas, que enxergam nessa ferramenta midiática um mecanismo potencial de comunicação um subsídio importante para a produção jornalística. A intensa circulação de informações que permeiam o âmbito profissional e pessoal dos usuários dessa rede decorre da interação dinâmica entre os indivíduos nela interligados – não se estagnando no papel de emissor ou receptor.

Esta foi uma das conclusões de Tamires Ferreira Coelho1, no estudo

Twitter: como uma nova mídia modificou a rotina produtiva de jornalistas em Teresina


Universidade Federal do Piauí (UFPI)/Universidade do Minho (Uminho)

1Estudante de graduação em Comunicação Social/Habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Piauí; Em intercâmbio na Universidade do Minho (Portugal) para cursar disciplinas de graduação e mestrado em Ciências da Comunicação; Integrante dos núcleos de pesquisa de Estudos e Pesquisas em Estratégias de Comunicação (NEPEC) e de Pesquisa em Comunicação e Jornalismo (NUJOC); tamirescoelho@hotmail.com.

Artur Agostinho

Artur Agostinho | 26.12.1920-22.03.2011

 

Está na prateleira. O livro que comprei e nunca li. Quero dizer, li duas ou três páginas que não me obrigaram a uma captura dos sentidos. Era um policial. Não foi grande escolha. Admirava-o e admiro por partilharmos a mesma área… ele com mais anos, incomparável experiência e qualidade.

Lembro-me dele na escola. Era dia de certame. Falava-se de comunicação, jornalismo e futuro. Naquele dia, fez parte de um dos painéis de convidados. Estávamos quase todos fascinados a ouvi-lo falar. Um misto de avô e modelo para nós, os futuros jornalistas. Uma geração inteira de sonhadores a olhar para quem já havia devorado gerações inteiras de informação, experiências, notícias, choros e sorrisos.

Mais tarde cruzei-me com ele nos bastidores da gala, no cine-teatro… iria ser distinguido com um prémio carreira.

Terá sido em 2006? 2007? Quem sabe 2008? Não me recordo ao certo. Volta-me à memória a imagem calma, serena de Artur Agostinho. Passou-me pela cabeça que na dele moravam inúmeras histórias e experiências… que sorte Artur!