Cães e gatos vivem mais…

Cães e gatos vivem mais dois anos do que há uma década, dia o artigo de 17 de Fevereiro de 2017, do Observador.
Os cães e gatos que recebem os devidos cuidados vivem mais dois anos do que há uma década, segundo a perceção de Luís Montenegro, diretor clínico do Hospital Veterinário Montenegro.

Está tudo relacionado com os cuidados que temos com os nossos animais, relacionados com saúde e bem-estar. Visitas mais frequentes ao veterinário, melhor alimentação, maiores cuidados no sentido de evitar que estes se exponham a perigos desnecessários. Pode saber mais aqui, no artigo original

Ele há dias...

Conversas de gatos

 

“Conversas de gatos…
Bernardo, o que queres ser quando fores grande?
Quero ser um gatinho mimado e feliz como tu Lydia 🙂

Partilhem, o Bernardo continua à espera de uma família para a vida ❤A Lydia já a encontrou.”

 

Texto: Mariana Lopes (FAT; FAD; Voluntária e activista pelos direitos dos animais. )

“Deixa lá, não faz mal!”. Faz pois!

“Gravidez não é doença”, da mesma forma que não ir votar é normal, trabalhar a mais sem receber mais e não reclamar é normal ou esperar um serviço público ineficiente, seja algo corriqueiro. Gravidez não é doença, e muitas vezes com a desculpa de não ser doença as grávidas abrem mão dos seus direitos, tentam fazer mais do que os outros só para mostrar que “gravidez não é doença”, ignorando, com o típico “deixa lá, não faz mal!”. Faz sim! Claro que faz!

Existem lugares prioritários, existem direitos laborais, existem regalias ao nível da saúde e do bem estar materno e da criança que não deviam ser ignorados. De facto gravidez não é doença, não é motivo para “frescura” como dizem os irmãos da terra do sol. E há muita frescura, todos conhecemos situações de “frescura”, nas mais diversas situações (mas de fora é sempre mais fácil julgar). Gravidez não é doença, no entanto, “parvo” é quem não luta pelos seus direitos e deixa que estes sejam ignorados, fechando assim a porta a quem o segue, contribuindo para que esses mesmos direitos desapareçam. Todos temos deveres, cada vez mais, o que nos diz respeito e o que não diz, isso e mais qualquer coisinha, em prol quase sempre de um argumento abstracto. É delicioso na sua ironia. Nem para os nossos somos bons, e que raio de exemplo maravilhoso estamos a dar?

Tens direitos e não os usas? “Deixa lá, não faz mal!”. Faz pois!

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Este artigo tem 2 anos e estava “escondido” nos rascunhos do blog… vejam só!

“Chegou e foi-se!”

Os temas relacionados com a maternidade são-me especialmente caros nesta altura da minha vida. O blog tem acompanhado da sua forma muito especial esse amadurecimento com mais ou menos peso emotivo. Nos últimos meses comunguei da alegria e da tristeza de quem tem filhos. Senti na pele os sucessos de amigas e anónimas, assim como as suas lutas e algumas guerras perdidas..

“Llegó y se fué” é um texto partilhado num desses espaços.  Relata pela voz de quem viveu o processo de construção e preparação de uma maternidade, infelizmente roubada.

Para todas as mães que fazem e fizeram o seu luto, da sua forma, nas mais variadas circunstâncias… Nenhuma mãe e nenhum pai deveriam assistir à partida de um filho.

Partilho aqui este texto, parte do post “Llegó y se fué”, escrito para contar a história de luto da mamã de Mai, que ao publicar no facebook as suas palavras e a imagem de um dos seus seios, viu a imagem ser censurada e todo o post apagado. Assim sendo em cadeia e de forma solidária partilho

Cuando la leche no es blanca

El pasado 3 de marzo mi hija Mai nació muerta. Nadie te prepara para eso. Nadie está preparado. Dentro de la nebulosa del momento, burrocracia, gestiones, decisiones y recuerdos, alguien te ofrece pastillas para cortar la leche. Alguien te dice que puedes esperar. Y en ese momento caes en que tu cuerpo, tu cuerpo de madre, parida la placenta, producirá leche en unos días. Y te cagas en la Naturaleza. Mi elección fue esperar, quizás para aferrarme a lo que de Mai me quedaba. No me arrepiento, fue una despedida suave y paulatina, pero cada mujer debe tener libertad para escoger la suya. Los profesionales deben informar. No juzgar. Tras la cesárea de urgencia y la muerte, el shock y el dolor físico dejaron paso a una fuerza increíble que me impulsaba a levantarme, a lamerme mi propia herida. Los pechos se me llenaron de leche, tremendos y calientes. Fui mamífera en estado de alerta, buscando a mi cría, esperándola. Por la cesárea tomaba antiinflamatorios, quizás por eso no sentí dolor, solo malestar, no tuve necesidad de extraerme leche ni de aplicarme frío ni hojas de col. Dejé fluir la leche, simplemente, dejé que me mojase despidiendo a mi bebé, dejé que se perdiese. Dejé a mi cuerpo hacer su duelo, llorar su luto, hasta que la leche se marchó. Y con ella la fuerza. La mamífera que por fin tomó conciencia de que su bebé no iba a volver. Mamífera vacía de vientre y pechos muertos. El cuerpo de madre, creador, nutricio, lleno de vida y alimento pasó suavemente a convertirse en silencio, en cementerio. 

In Otro blog de mamis, a autora (25.03.2015)

Pêsames à família de Mai.

Pessoas lá atrás

Não gosto de muitas pessoas, a verdade é essa. Não gosto em parte porque me atormenta aquele espírito do “amo o mundo, amo todagente, mas como é que se chama mesmo?”… Gosto das pessoas que gosto e elas sabem disso, as outras conheço, brinco e é isso.

Há no entanto um grupo de pessoas que vou ao longo dos anos guardando na memória e que algumas nem devem saber como me chamo, mas de quem gosto e por quem nutro um carinho especial. A professora E., directora da escola primária onde estudei é uma dessas pessoas. Não a via desde miuda e que me recorde ela também não me via faz tempo. Sempre a achei uma pessoa especial. Aquelas mulheres que sem serem espampanantes, quando entram numa sala iluminam com um sorriso discreto. Reparou e viu que era eu. Nunca me deu aulas e não se atreveu a fazer conversa, estava no meu local de trabalho, mas gostei de a ver.

Tem sido uma semana assim, com o ressurgimento de pessoas mais ou menos importantes do meu passado. Umas mais agradáveis que outras, talvez para mostrar que a sua importância relactiva (ou negativa) já nem isso é. Ficou lá atrás.

Aos meus companheiros de escalada que me acompanham ao longo desta vida. Um beijo e um café para daqui a uns dias. 😉

Hoje fechei para balanço

Não me apetece escrever sobre coisas sérias, até porque não acredito que a revolução se faça online. “Sei que estou cansado e já não quero, falar mais contigo” sobre assuntos sérios.

Somos todos treinadores de bancada uns dos outros, com palpites e ideias maravilhosas sobre o que os outros devem fazer para ganhar mais dinheiro, ter mais saúde, ser bem sucedidos nos estudos e negócios, e é por isso mesmo que não quero mais falar de coisas sérias… NÃO PRECISO! Obrigada.

Em contrapartida sinto que devo um agradecimento às pessoas que conheci nas últimas semanas, colegas de formação, futuros colegas de trabalho, que surpreendentemente se revelaram comapnheiros, professores, compreensivos e pacientes num momento complicado. Acho que nenhum dos novos precisa de se queixar, basta estar vivo para sentir os nossos receios e a vontade de agarrar a oportunidade.

Aos amigos que vejo de ano a ano, aos que deixei de ver tão frequentemente, aos meus patudos :,( fica uma profunda e sentida saudade… A vida dá muitas voltas, e talvez uma próxima me permita a vossa companhia.

Usabilidade e sites “amigos” do utilizador

Os visitantes de um determinado site devem conseguir fazer uma visita minimamente agradável. Isso poderá decidir uma segunda visita, uma terceira, mais do que isso, ou então o total desinteresse pelo espaço.

É chato, mas é assim.

Uma breve consulta num qualquer motor de busca vai elucidar o caro leitor sobre o mínimo de requisitos para ter um site “User Friendly”.

O carregamento rápido, a acessibilidade, a navegação e o conteúdo, são alguns dos pontos principais que poderão decidir o sucesso ou fracasso do seu site.

Para aqueles que como eu pensavam que a usabilidade e a navegação eram quase a mesma coisa, desenganem-se meus amigos!

A usabilidade é aquela “coisa” que faz um tipo entrar no site e de chapa perceber o que se passa lá dentro, para onde vai isto, para que serve aquilo, e o faz sair de lá todo feliz porque conseguiu o que queria. Uma má usabilidade acontece por exemplo quando procuramos algo dentro do site que deveria estar logo à vista ou disposto de um modo intuitivo e fácil. O utilizador é preguiçoso e obriga-lo a pensar é sinónimo de dizer: “Ora amigo, adeus e um queijo!”. E acreditem que a cruz no canto superior direito do browser é dos ícones mais intuitivos que conheço.

Já a navegação, diz o Pinceladas que “o usuário (aka utilizador) deve estar a todo momento a não mais de 2 clicks de seu destino. Isso não é fácil de fazer, mas facilita e muito as visitas”.

Uma correcta hierarquia das ligações, um espaço de contactos, um mapa do site sempre acessível, podem fazer a diferença.

(To be continued…)

http://www.dailyblogtips.com/user-friendly-website/

http://www.pinceladasdaweb.com.br/blog/2008/01/03/caracteristicas-de-um-site-user-friendly/

http://hospedagemdesites.com.br/2010/algumas-caracteristicas-de-um-site-bem-construido/

http://www.kobal.com.br/index.php/10-caracteristicas-de-sites-que-vendem-melhor/

A preparação do plano

Sabia que aquele dia iria chegar, e no fundo, sentiu uma tristeza imensa. Nunca nada é perfeito e o tempo acompanhava este pensamento, vestindo-se de sombras e suspiros.

É tarde e está na hora de ir, de fazer um pouco mais por mim – pensou. Olhava para aquela mala debotada que os anos da faculdade castigaram, escolhia o melhor modo de arrumar o resumo de uma vida sem que nada faltasse ás suas mãos no devido momento da necessidade. A mais ínfima particularidade.

Aqui vamos nós de novo. Era o mesmo sentimento de há 8 anos atrás. Estava na hora!

<3 u

Se tudo o resto um dia deixar de fazer sentido. Se por um momento me esquecer de quem sou. Se não tiver tempo de dizer a quem é devido o quão forte é o poder dos vossos  sorrisos, o impacto  e o valor daqueles que me enchem a alma… Se isso nunca for dito por mim, cara a cara, que o saibam de antemão, os meus amigos, o meu amor, a minha família. Que vos amo e que os dias que me restam são poucos para repetir vezes sem conta que vos amo. Que são os responsaveis pelos meus sorrisos, pela força nos momentos duros, pela alegria nos pontos altos e que com vocês, tudo vale apena. Obrigada pelos últimos dias. A última semana foi priceless* Esta é para vocês*  Obrigada.