Porquê Capturar – Esterilizar – Devolver Gatos?

O programa CED é defendido principalmente por associações que promovem o bem-estar animal e se deparam com problemas como colónias de gatos  de populações descontroladas em meio urbano ou limítrofe.

Este é um problema real.

                     COMO É POSSÍVEL???

É possível sim, se uma colónia não for controlada! Os animais não sofrem, são capturados e tratados com os maiores cuidados possíveis e imaginários, tanto para minimizar o stress, como para em pós-operatório recuperarem perfeitamente para poderem voltar ao seu habitat regular.

Capturar-Esterilizar-Devolver é um método humano e eficaz de controlo de colónias de gatos e de redução da população felina silvestre. O processo envolve a captura dos gatos de uma colónia, a sua esterilização, um pequeno corte na orelha esquerda para fins de identificação, desparasitação e, por fim, a devolução do animal de volta ao seu território de origem. Sempre que possível, os animais adultos meigos e e as crias que ainda estejam em idade de sociabilização são retirados das colónias e encaminhados para adopção. Um prestador de cuidados fornece comida e abrigo aos gatos devolvidos, monitoriza a colónia à procura de elementos novos e faz a mediação dos conflitos que possam surgir entre os gatos e a comunidade envolvente.

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Animais: Seres pensantes ou decisores por instinto

INSIDE THE MINDS OF ANIMALS – O que pensam os animais e nós sobre eles? Eis um TedEx curioso que fala sobre as diferenças de perspectiva entre as espécies e serve como mote para pararmos e meditarmos sobre a forma como encaramos o “outro” em particular, espécies diferentes. Sabemos assim tanto? Estaremos assim tão distantes destes?

Panleucopénia Felina

Doenças em Felinos - Informação da responsabilidade do European Board on Cat Disease.

O que é a panleucopenia felina?

O parvovírus da panleucopenia felina (FPV) infecta todos os felídeos assim como guaxinins, martas e raposas. Pode levar à extinção de populações inteiras de gatos suceptíveis. O FPV pode sobreviver no meio durante vários meses e é altamente resistente à maioria dos desinfectantes.

Infecção

Gatos doentes excretam FPV em elevadas concentrações nas fezes e a transmissão ocorre por via orofecal. O contacto indirecto é a via de contacto mais comum de infecção e o FPV pode ser transportado através de ”veículos” ou fomites (calçado, vestuário), o que significa que gatos que não saiam de casa também estão em risco. Também ocorre transmissão intra-uterina do vírus e infecção dos recém-nascidos.

Sinais clínicos

O FPV afecta gatos de todas as idades. Os juvenis são mais susceptíveis.

Taxas de mortalidade elevadas, >90% nas crias Dependendo dos tipos de células infectadas, os sinais de doença incluem :

  •  diarreia
  •  linfopenia, neutropenia, seguida de trombocitopénia e anemia
  •  imunossupressão (transitória, em gatos adultos)
  •  ataxia devido a hipoplasia do cerebelo (em crias apenas)
  •  aborto

FONTE E Documento para leitura detalhada

Fale com o seu veterinário se suspeitar que o seu animal tem sinais clínicos de FPV. É importante que face a determinados sinais clínicos o animal seja sempre consultado por um médico com conhecimentos para avaliar o estado de saúde do animal.

Compêndio de Vídeos sobre práticas básicas de suporte veterinário/enfermagem

 TODOS OS VÍDEOS AQUI APRESENTADOS FORAM REALIZADOS POR PROFISSIONAIS E NÃO DEVEM SER REPLICADOS SEM A PRESENÇA E ACOMPANHAMENTO DE UM MÉDICO OU ENFERMEIRO VETERINÁRIO EXPERIENTE. QUE É O MESMO QUE DIZER, NÃO FAÇAM ISTO EM CASA PORQUE PODE MATAR OS ANIMAIS!

O blog Gata Preta declara-se alheio a todas as consequências de qualquer tentativa de utilização destas técnicas fora ou dentro do ambiente clínico.

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Colocação de catéter e garrote – A colocação de cateter por intra venosa (IV) é uma prática comum em toda a medicina,  no entanto exige alguma experiência e muito cuidado para não colapsar veias.

Extracção de Sangue pela Jugular – Pode parecer uma técnica “agressiva”, mas em muitos casos é mais rápida, eficaz e o animal não sofre. O humano durante este tipo de procedimento tem consciência do que se passa e fica naturalmente imóvel para que lhe seja extraído o sangue necessário, já os animais não costumam facilitar tanto o procedimento… ainda assim o sujeito deste vídeo é muito calmo e simpático, e as profissionais mostram também bastante segurança e calma.

Destartarização de Cães/Gatos – O grande problema do tártaro nos cães e nos gatos é o facto de para além de deteriorar os dentes do animal, posteriormente iniciar o seu ataque à gengiva (gum). Isto fragiliza o dente, cria inflamações na gengiva e é um sofrimento que poderá levar a perda de dentes ou remoção cirurgica. A destartarização dos dentes de um animal é um processo breve, não invasivo, acompanhado de uma ligeira sedação e que não exige cuidados no pós.