Publicado em animais de estimação, OUTROS, Quase científico, Zoonoses A-Z

Bicharada de A-Z (Parte 2 – Babesiose e Carraças)

— B —

Babesiose – É uma doença transmitida durante a picada da carraça, onde esta liberta no hospedeiro um parasita chamado Babesia Canis. Este parasita afecta principalmente o cão, destruindo os glóbulos vermelhos (com as esperadas consequências que essa destruição deve adivinhar). Pode suspeitar de babesiose se o seu cão aparentar um cansaço injustificado, tristreza, prostração, mucosas esbranquiçadas (como que anémicas).

Como já referi anteriormente, na dúvida, fale com o seu médico veterinário e usar sempre um desparasitante se costuma passear no campo com o seu cão. As carraças podem ficar agarradas ao cão durante horas/ dias e são um vector muito perigoso de transmissão de doenças.

A Babesiose pode contagiar pessoas e outros animais. No entanto a contaminação nunca acontece através do cão, mas sim da picada da carraça contaminada. O seu cão não é culpado, a carraça sim! Cuide do seu animal de estimação.

Parece divertido? Fonte

 

— C —

Carraça – É uma conhecida da generalidade dos donos de cães e gatos, no entanto nem todos sabem a quantidade de doenças que estas podem transmitir entre animais e humanos. No entanto deixo aqui um filme sobre a vida desta nossa amiga ectoparasita.

…existem em quase todas as regiões zoogeográficas, parasitando uma ampla gama de hospedeiros como mamíferos, aves, répteis, anfíbios e ocasionalmente podem parasitar o Homem. A crescente importância médica atribuída às carraças advém da aptidão que têm para se fixarem ao Homem e serem vetores de agentes de doença com importância em saúde pública.

Dra. Maria Margarida Santos Silva, Aqui

Outra perspectiva mais realista sobre o ciclo de vida das Carraças:

Literatura online:

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Autor:

Eu sou a Vera e tive uma grande amiga que entretanto foi para o céu dos gatos... A ela seguiu-se a Siamesa... agora tenho um casal de pretos e uma tricolor louca que devora decorações de natal e fitas. Como sou criativa, a minha pegada digital começou em finais dos anos 90, ainda o upload de material era um terror e o "Terravista" um Sucesso. Gosto de novas tecnologias em particular de redes sociais. Sou caótica, desconheço o conceito de timming. Não como caracóis, carne e/ou favas. Não faço despedidas.