Ter ou não ter um Pet Exótico

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Chinchila – wikipedia

Como escolher o pet ideal, ou até mesmo, decidir se devemos ter um animal de estimação costuma ser um dilema para os potenciais donos responsáveis. Digo isto porque fácil é comprar um animal e leva-lo para casa. A complicação vem depois quando nos apercebemos dos custos associados, das necessidades de espaço, higiene, alimentação, iteração e até convívio com semelhantes.

É importante estudar o animal antes de o adquirir. Saber se este é afável e cria uma relação empática com crianças e com outros animais, se é diurno ou noturno, se precisa de passear, se gosta de roer coisas, se necessita de um sistema de aquecimento em terrário, assim como os custos associados a uma alimentação adequada à espécie. Descubra um bom veterinário de exóticos perto da sua área de residência e questione-o sobre a melhor escolha para o seu tipo de vida e agregado familiar. Não compre um animal de forma irreflectida.

Pequenos Mamiferos (ex: Ratos, chinchilas, coelhos, ratazana…) – São normalmente escolhidos por serem pequenos e adoráveis. No entanto há que ter em atenção questões como a reprodução e a energia do animal. No primeiro tópico, pode correr o risco de acabar com a casa repleta de pequenos roedores. No segundo ponto, alguns destes animais gostam de correr, escalar, saltar, e sem esse tipo de activiades não são felizes. Será necessário providenciar o espaço adequado à actividade física de cada espécie. Pode não ser um cão ou um gato, no entanto continua a necessitar de atenção e cuidados.

Repteis (cobras, lagartos, osgas…) – Não são os meus favoritos e exigem um investimento e  manutenção relativamente cara. São bons pets porque como todos os animais de estimação, também têm sentimentos e criam uma relação com o dono. Geralmente ficam confinados em terrários e são alimentados com ração de compra, ratos desidratados e insectos, dependendo da espécie. Não é um tema sobre o qual possa aprofundar grandemente o meu conhecimento, mas devo admitir alguma preocupação referente à adopção destes animais e em muitos casos o abandono dos mesmos. O abandono de uma cobra por exemplo pode ser extremamente prejudicial para um ecossistema, principalmente se não for nativa. É uma grande responsabilidade.

Invertebrados (aranhas) – São tarântulas, a regra do terrário e de não libertar o animal levianamente em qualquer lado, continua a aplicar-se. De resto é um a regra que deveria ser aplicada a todos os animais.

 

Por hoje ficamos por aqui de splinters e de tartarugas ninja… vagamente a falar de bicharada… Até ao final da próxima  semana pretendo aprofundar o tema com mais detalhe… me aguardem.

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