As mulheres dos anúncios não existem

A forma cruel como os media tratam as mulheres, resumida em apenas 5 minutos. Somos constantemente bombardeadas com mensagens de como devemos parecer, como nos devemos vestir, quanto dinheiro e tempo devemos despender na nossa aparência e nem sempre os resultados são os mais desejados… não na concretização da imagem idealizada, mas no desenvolvimento de problemas alimentares.

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Mais aqui e aqui (Jean Killboune)

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4 thoughts on “As mulheres dos anúncios não existem

  1. E o mesmo se começa a ver no universo masculino. Como se a perfeição existisse…
    Como se o mundo ideal fosse formado por pessoas todas elas idênticas e… “perfeitas”!

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    • O problema não é só esse, embora esse seja já grave… hoje um simples emprego numa loja exige-te uma imagem que muitas vezes não tem qualquer compatibilidade com o que nós somos como povo. Desde quando somos um povo de mulheres altas, magras e loiras, ou homens secos, altos com perfil de modelo? É só folhear os livros… não somos isso! Nós devíamos ser nós, os portugueses e não outro povo qualquer… o lado bom e o lado menos bom da mediatização e da globalização da imagem “perfeita”, com a certeza de que, por muitos motivos, nunca entrarei numas calças 34. 😉

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      • Plenamente de acordo. E o curioso é que essa imagem se sobrepõe às capacidades/destrezas da pessoa. Olha eu num 38 ou 40… Só mesmo na adolescência. Para além do que explanaste, coloco ainda, por exemplo, a tonalidade do tom de pele. Por “sorte” (e vocação de que agora me arrependo sempre ter tido) sou professor. Tenho características nórdicas. Já lecionei em regiões da Serra da Estrela onde implicavam de tal forma com a minha brancura (era o “prof copinho de leite”) que recorria autobronzeador mas sem o sucesso desejado. Voltando às lojas, e sendo eu estilo “alemão”, ainda que apenas com 1,76m mas nada obedecendo a essa imagem/ perfil criado para quem nos atende, admito não me sentir à vontade nas lojas onde até os empregados parecem saídos da mesma máquina. Onde está a diversidade? É como frequentar um café apenas para pessoas de raça branca ou heterossexuais, ou louras ou de t-shirt. Definitivamente, não!

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