Publicado em As Causas

“Ao lado de sua sepultura se encontrara seu nobre cão…”

Senhores jurados, o cão permanece com seu dono na prosperidade e na pobreza, na saúde e na doença.

O mais altruísta dos amigos que um homem pode ter neste mundo egoísta, aquele que nunca o abandona, que nunca mostra ingratidão nem deslealdade, é o cão.

Senhores jurados, o cão permanece com seu dono na prosperidade ou na pobreza, na saúde e na doença.

Ele dormirá no chão frio, onde os ventos invernais sopram e a neve se lança impetuosamente. Quando só ele estiver ao lado do seu dono, ele beijará a mão que não tem alimento para oferecer, ele lamberá as feridas e as dores que aparecem nos encontros com a violência do mundo.

Ele guarda o sono de seu pobre dono como se fosse um príncipe. Quando todos os amigos o abandonarem, o cão permanecerá. Quando a riqueza desaparece e a reputação se despedaça, ele é constante em seu amor como o Sol na sua jornada através do firmamento.

Se a fortuna arrasta o dono para o exílio, o desamparo e o desabrigo, o cão fiel pede o privilégio maior de acompanhá-lo para protegê-lo contra o perigo, para lutar contra seus inimigos.

E quando a última cena se apresenta, a morte o leva em seus braços e seu corpo é deixado na laje fria, não importa que todos os amigos sigam seu caminho: lá ao lado de sua sepultura se encontrara seu nobre cão, a cabeça entre as patas, os olhos tristes, mas em atenta observação, fé e confiança mesmo à morte.

“Este tributo foi apresentado ao júri pelo ex-senador americano George G. Vest (então advogado), que representou o proprietário de um cão morto a tiros, propositadamente, pelo seu vizinho. O fato ocorreu a um século na cidade de Warrensburg, Missouri, Estados Unidos. O senador ganhou o caso e hoje existe uma estátua do cão na cidade e seu discurso esta escrito na entrada do tribunal de justiça da cidade.”

Todos estes meninos pertencem ao grupo do canil-gatil de Braga e esperam uma família de acolhimento temporário ou definitivo, para poderem mostrar os excelentes animais que são. Partilhe e ajude a ABRA a ajudar***

http://www.abra.org.pt

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Autor:

Eu sou a Vera e tive uma grande amiga que entretanto foi para o céu dos gatos... A ela seguiu-se a Siamesa... agora tenho um casal de pretos e uma tricolor louca que devora decorações de natal e fitas. Como sou criativa, a minha pegada digital começou em finais dos anos 90, ainda o upload de material era um terror e o "Terravista" um Sucesso. Gosto de novas tecnologias em particular de redes sociais. Sou caótica, desconheço o conceito de timming. Não como caracóis, carne e/ou favas. Não faço despedidas.