Eternamente… sensacionalistas

“Andamos” assustadoramente sensacionalistas na morte. Fico perplexa com algumas situações das quais parece querer arrancar-se algum protagonismo… Isto a propósito de cada vez que morre uma figura pública. Não sei se será algo português ou se a moda pegou desde a morte da Lady Di – a primeira recordação que tenho de morte de uma figura pública.

Seja como for…

Paz as almas daqueles que morreram nesta era do sensacionalismo, em que grande parte dos casos só são reconhecidos depois de mortos.

Dou por mim a pensar que se algum dia fizer algo de construtivo por este mundo, agradeço que mo digam e reconheçam enquanto cá estou. É que uma coisa chata na morte é o facto de deixarmos de ter consciência. É aborrecido e tal e depois não podemos agradecer ou sentir o orgulho dos nossos. É aborrecido! Se é que consigo fazer passar a mensagem.

Nota para as grandes palavras as do saudoso e imortal, António Feio.

“Não deixem nada por fazer, nada por dizer.”

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