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Correr com ou ao lado dele…

Aqueles que se são separados pela distância, aquelas pessoas que não (se) mudam e não correm atrás de um grande amor, só porque: “e se…”

O grande, o único, inigualável “Amor”… aquele das dores de barriga, dos sorrisos estúpidos, da ansiedade da sua presença, do fechar os olhos e recordar o perfume… esse amor leva-nos do inferno e ao paraíso em segundos. Faz-nos chorar como uma criança e a sua ausência ou fim atira-nos para uma sala escura e fria em que estamos em queda livre durante semanas, meses, anos até. Já corri com pequenos amores e lá no fundo tinha consciência daquilo que estava a fazer. Causou sofrimento? Causou! Só um calhau com olhos é que não sofria ao perder o companheiro de todos os dias, a amiga de todas as horas… mas por outro lado, foi um aliviar de um peso de consciencia. Não era o tal. Se me disserem que o fim se deve ao facto de não ser o tal, ou de lá no fundo aquela pessoa não vos completar… aí compreendo. Agora perder um grande amor por causa da distância!? A escolha é vossa. Mas entre mudar-se com o amor ou mudar-se para o inferno de não o ter…

… fica o livre arbitrio. You choose. Free will… como dizia no filme “Nate” de “A Cidade dos Anjos”.

PS. Acabei de ler “diz-me a verdade sobre o amor”. Curioso por provar uma série de teorias, divertido Q.B. e arrisco-me a dizer que é livro que agrada bem mais ao público feminino. É cá um palpite. Leiam.

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Autor:

Eu sou a Vera e tive uma grande amiga que entretanto foi para o céu dos gatos... A ela seguiu-se a Siamesa... agora tenho um casal de pretos e uma tricolor louca que devora decorações de natal e fitas. Como sou criativa, a minha pegada digital começou em finais dos anos 90, ainda o upload de material era um terror e o "Terravista" um Sucesso. Gosto de novas tecnologias em particular de redes sociais. Sou caótica, desconheço o conceito de timming. Não como caracóis, carne e/ou favas. Não faço despedidas.