Tenho o Ratatouille em casa!

Digam-me… eu mereço?

Estava aqui distraída, e eis se não quando, vejo uma coisa castanha, do tamanho de um morango médio, a deslocar-se sobre as (horrorosas) carpetes da sala.

Eu olhei para ele. Ele olhou para mim. Eu gritei. Ele inverteu o sentido de marcha.

E onde estavam os gatos?

Os verdadeiros responsáveis pela abertura á caça do ratinho? Os gatos dormiam algures nas outras divisões da casa. Parece que eu só tenho interesse na partilha que espaço quando realmente pretendo dormir e não tenho espaço na cama. Usurpadores. A solução foi o meu irmão que usou de uma poderosa arma para apanhar o dito ratinho. Uma espécie de medidor (que pelo estado deve ser usado para regar plantas), e que ajudou a criar um caminho sem retorno, onde o pequenito ficou encurralado.

Eis o dito cujo:

É deprimente porque no fundo, no fundo, o bicharoco (com vida) até tem um ar adoravel e deu-me uma certa pena a situação.

Infelizmente, para eles, menos sorte tiveram alguns dos manos da ninhada. Em particular o que apareceu na boca da Pantera esta tarde, e os que ela ainda vai caçar.

Problema: E agora como é que eu consigo combater esta “sede sanguinária” da minha gata? Porque o instinto é assassino, mas como a fome não é nenhuma, arrisco-me a ter um rato nos chinelos ou num casaco! Quanto mais não seja para evitar mais surpresas destas… o que é que eu faço com estes dois?

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