A idade da Imortalidade

No outro dia ouvi uma expressão curiosa: Vocês estão na idade em que são Imortais.

A questão que me veio à cabeça e que me causa alguma angustia e ansiedade é: E um dia acordamos e apercebemo-nos que já passou o prazo? Que afinal já não somos imortais? Não é suposto sermos imortais até a consciência assim o ditar?

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8 thoughts on “A idade da Imortalidade

  1. (enquanto comento ouço a música)
    Apenas penso num coisa: Quando chegar á idade de passar a validade, olhar para trás e ver que além de não sermos imortais, ver que podia ter feito muito mais na minha vida, não fosse isto ou aquilo! Quero chegar ao fim da validade e ver que não ficou nada para trás e por fazer. O meu medo nem é morrer, é chegar a essa a altura e ver o que perdi naqueles anos todos! Mas é inevitável!!!

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    1. Boa, não é? A música!
      César, como eu te compreendo! Mas para essa questão do “não fiz o que queria ter feito”… Já cometi umas loucurinhas que abafam essa estória. Ás vezes faz maravilhas.
      Mas uma opinião, se é que me permites! Enlouquece! Faz bem, faz mal, mas enlouquece! És um tipo 5 estrelas (pelo menos até a parte em que não conseguimos discutir, e então mais vale nem tentar discutir).. mas como eu te dizia… és um tipo cinco estrelas, enlouquece!

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      1. Sim, enlouqueço e muito… esta vidinha são só dois dias e um gajo tem de fazer as coisas de maneira a que se sinta feliz. De vez enquando fazemos as coisas mal, mas das outras fazemos bem. Mas sem as más como aprenderiamos a não cometer mais os mesmos erros? Por isso é como eu costumo dizer “Siga pra frente e tá andar de mota”
        Tb és uma tipa 5 estrelas!!!

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  2. Eu respondo a esta. A sensação de imortalidade é real, existe. Vai-se desvanecendo ao longo dos anos ou, como me aconteceu, assim de repente, algo acontece a ti ou à tua volta que te recorda que, afinal, não somos imortais e que o prazo vai-se esgotando. E isto, de facto, é uma merda.
    Por isso, carpe diem, com juizinho 🙂

    Ósculos, daqueles 😉

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    1. Pois. E no final de contas acabo sempre a perguntar-me: “What’s the point?” … e a responder-me logo a seguir:”Ninguém disse que havia algum!”
      (Andas com um discurso tão paternal… sinto aí um “Q” de instinto protector…. ahahaha)

      Abracinhos e beijocas repenicadas**

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    1. Obrigada eu… Pena que não tenha (AINDA) uma Pandora… Quando esse milagre acontecer, voltamos a falar. 🙂
      Boa Sorte para os teus trabalhos**

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