Operação “Christmas-pet” (I)

Olá, olá! Está a chegar a altura crítica, o natal! Altura em que muitos pensam em oferecer um animalzinho de estimação. Pesquisava aqui informações sobre um “pet” que gostava de oferecer, até descobrir que era ilegal ter um furão!

Depois dessa particularidade, continuei a investigar e encontrei bicharada que nunca pensei ser possível de adoptar como pet.

Resolvi então fazer uma pequena “viagem” sobre estes animais e partilhar com os caros leitores e curiosos sobre algumas particularidades de cada um. Como de resto só tenho cães, gatos e peixes, agradeço todas as informações adicionais que proprietários ou curiosos possam saber. Já tive coelhos, porcos da índia, pássaros…entre outros, mas esta nova geração de animais, em especial os exóticos, deixa-me curiosa e nem tudo se aprende nos livros ou na Internet, por vezes só os donos sabem e aprendem as manhas e as singularidades de cada animal/espécie.

Vamos começar?Mil-pés Gigante Africano

Este primeiro amigo da foto é o chamado Mil-pés Gigante… Os senhores do VivaPets dizem que vêm de África, são dóceis e calmos (e cá entre nós, fazem-me lembrar uma centopeia). Não são a minha praia e pouco posso dizer sobre estes bichinhos, apenas que têm o aspecto que está a vista, mas se gostam de animais estranhos, força aí… Chamaram-me a atenção por serem de longe aqueles que provocam maior impacto pelo seu “exotismo”.

Quem é que já não teve um casal de Bichos-da-seda? Depois alguns bichos-da-seda? Depois muitos bichos-da-seda? Depois uma praga imensa deles? Pois… Com estes amiguinhos brancos essa é a única reticencia, até porque são excelentes cobaias para as crianças Bicho-da-sedaaprenderem a respeitar e cuidar do seu pet. Não podemos comparar um bicho-da-seda a um cão, mas quando somos muito novos e curiosos, torna-se fascinante perceber todo o ciclo (pelo menos no meu tempo, altura em que a sega saturn me fazia bocejar, os bichos da seda tinham a sua mística envolvente, pelo menos até descobrir que o disco “vira e toca o mesmo”). A parte boa: são baratos, fáceis de tratar, não fazem barulho e alimentam-se de folhas de amoreira (preferem a espécie branca, mas a falta de melhor, marcha tudo). 

Quando nascem são minúsculos e por isso é preciso ter muito cuidado, não os deixar apanhar muito sol. Enfim, se os deixar numa caixinha de sapatos, desde que tenham folhas para se alimentar, eles vão crescendo, roliços, branquinhos e sedosos. 

Os Coelhos… adoro os coelhinhos, são lindos, adoráveis, fofinhos e sensíveis. Variam os tamanhos, as raças, as orelhas e até ondeCoelho tenho conhecimento a sua esperança média de vida varia entre os cinco e os dez anos de vida.  Podem escolher entre o “orelhas descaídas” ou seja o Belier, o coelho russo ou “micro coelho”, o holandês e não me quero esticar mas ainda existem por aí mais algumas raças, mas geralmente o comum mortal conhece-os por coelho comum ou coelho anão.  

Geralmente são meigos, carinhosos, ouvem e respondem ao dono, são ternurentos e mimados. Devemos ter a preocupação de lhes preparar um lar cuidadoso, uma gaiola com feno a disposição, obter informação sobre os alimentos frescos que devemos dar-lhes ou não, sendo que o aconselhável é a ração, mas quando falo de alimentos frescos, falo daqueles que lhes podem provocar distúrbios como diarreia. Não se deve dar banho a estes amiguinhos, até porque são por natureza animais muito limpos e não há necessidade disso. Nota: Há quem defenda que são muito sensíveis ás diferenças bruscas de temperatura, por isso há que ter cuidado.

… amanhã há mais bicharada.

 

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2 thoughts on “Operação “Christmas-pet” (I)

  1. Ou seja, tudo isso assim, num dia esganado de fome…marchava que era uma maravilha 😉

    P.S. Andas desaparecida…vou-te começar a marcar faltas. Já não há respeito? 😉

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    • Ah, eu já arranjo mais uns quantos praí…

      ps. Não estou nada… quando voltar a Albufeira logo te fartas de me aturar… 🙂

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