Publicado em As Causas, livros

A última aula, de Pausch (II)

the last lecture

Pausch acabou por deixar mais com a sua última aula do que aquilo que possa ser quantificado ou até mesmo qualificado. É muito difícil, se não impossível explicar por palavras. Bem, temos a sorte de viver no século XXI e existir uma coisa chamada youtube (que ao contrário do que eu pensava, aceita filmes de hora e meia e ainda bem).

Então aqui fica a última aula de Pausch, um ser humano admirável.

 

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Autor:

Eu sou a Vera e tive uma grande amiga que entretanto foi para o céu dos gatos... A ela seguiu-se a Siamesa... agora tenho um casal de pretos e uma tricolor louca que devora decorações de natal e fitas. Como sou criativa, a minha pegada digital começou em finais dos anos 90, ainda o upload de material era um terror e o "Terravista" um Sucesso. Gosto de novas tecnologias em particular de redes sociais. Sou caótica, desconheço o conceito de timming. Não como caracóis, carne e/ou favas. Não faço despedidas.

2 opiniões sobre “A última aula, de Pausch (II)

  1. Uma hora e 16 minutos? Tu estás à espera que eu passe 76 minutos da minha vida a ver um vídeo de um tipo chamado Pausch? Pica-se…. Faz lá um resumo e depois voltamos a falar.

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    1. Pronto, ok. O tipo era (sim, já se foi) professor de informática e aos quarenta e qualquer coisa anos de idade descobriu q tinha um cancro no pancreas. 3 filhos, a mais nova com apenas um ano e qualquer coisa, entretanto é convidado a dar a sua ultima aula. Uma tradição reservada para professores de faculdade nos EUA que estão no fim de carreira (uma espécie de despedida), e o tipo da a tal última aula, mas não sobre informática.. mas sim sobre os seus sonhos de menino. Aquelas coisas ás quais chamamos disparates. Pronto. Li o livro e gostei. Vi a aula, e é enorme, mas já esperava, e cada capítulo está lá, inclusive a mensagem para os filhos e para os outros milhares ou milhões que viram isto. Têm o seu “Q” … a sua mensagem. O tipo tem uma energia muito especial…

      (Podes dizer, tou pirósa… mas que queres, histórias com famílias e gente dedicada comovem-me!)

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