E se…

Ás vezes é mais fácil ser-se distraído. O tonto. O que está sempre lá, contudo nunca faz “o pleno”. Talvez uma mistura de falta de autoridade ou de ausência de coragem. Talvez não. Talvez seja apenas mais uma perspectiva que acalenta a leveza da despreocupação. Não é que não saiba. Não é que não possa.

E se… amanhã… um dia ligo-te… um dia… Se sabes, concluí, não ordenes, não te desculpes, concluí…

 …ou serás apenas mais um que não sabe e que paralisou no “e se”…

Um dia não vai haver mais dia. E tu não sabes… E se?

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