A Ana anda sempre a mil e tem um cão que é um amoroso e que eu curto milhões, chamado Yofy! A Ana tem um blogue e hoje era uma boa ideia passar por lá! Ide minha gente! Ide ao http://asalsinha.blogspot.com/
A Ana anda sempre a mil e tem um cão que é um amoroso e que eu curto milhões, chamado Yofy! A Ana tem um blogue e hoje era uma boa ideia passar por lá! Ide minha gente! Ide ao http://asalsinha.blogspot.com/
Vou mudar a minha vida de uma ponta a outra para voltar a ser feliz. Preciso de ser feliz. Não gosto daquilo em que me estou a tornar.
Apenas na sala de espera, a aguardar pela da luz.
Só porque hoje tenho pouca vontade de escrever e ainda menos vontade de falar. Deixo-vos uma pequena pérola para os ouvidos.
Good night and good luck (programa de rádio da RUC).
Dizia a A.L. que “se deixarmos de dançar estas músicas feito palhaças se calhar vamos ter equilíbrio.
“
Se há coisa que nenhum da qual nenhum dos meus amigos se pode gabar, é de ser equilibrado. Nem forrando cada um deles com pulseiras do equilíbrio dos pés à cabeça, salvava a situação. Que se lixe! Aumentem o som e siga a festa que a vida são dois dias e os festivais duram três…
Em algumas culturas, os beijinhos são aos pares, sozinhos, aos trios, na boca, com ou sem língua, consoante o protocolo. Só para que conste, dou beijinhos ás pessoas de quem gosto sem a menor dificuldade! E adoro as minhas amigas, a alguns amigos (que para mim são amigas, e alguns são mesmo). É como diz o Herman… mas pra que raio quero eu os beijinhos só pra mim!?
Beijinhos, muitos, para vocês todos***
A autora deste blog está oficialmente em contagem decrescente para mais um fESTA cidade de Abrantes.
A XI edição do festival de tunas organizado pela ESTATUNA, contará com a presença da Iscalina, Tuna d’estes, Artuna, Real Tuna Infantina e extr-concurso, grupo de Tunos de Leiria…
Dia 24 de Abril é dia de fESTA em Abrantes!

“Pouco mais de um terço dos estudantes estrangeiros que estudaram um ou dois semestres em Portugal fizeram-no na capital portuguesa, onde quase não se vêem, tão diluídos que ficam no meio dos 1,7 milhões de turistas anuais. Mas os estudantes Erasmus andam por aí e cada vez mais. Nalguns casos, até pensam em ficar. Esta é a cidade deles.” Continua…
Por Vanessa Jorge, in Público
Meus amigos, decorem este nome “Vanessa Jorge”, porque esta menina ainda vai dar muito que falar, porque é deste material que se fazem os bons jornalistas. Vejam uma amostra do trabalho dela, e depois digam-me se tenho ou não razão.
Isto do ser Pai é uma ciência muito complexa. Não que ser mãe seja fácil, não que eu saiba como é ser mãe ou pai, por motivos óbvios.
Naturalmente as mulheres têm nove meses de vantagem perante os homens para construir uma relação com as meninas e com os meninos. Quando a criança vem ao mundo, grande parte do trabalho da mãe está feito e vai sendo consolidado com aqueles actos rotineiros como a alimentação, os banhinhos, as idas ao médico. Que quer queiram quer não, aparte da amamentação, existem biberões e muitos pais pura e simplesmente passam essas funções para as mães – quando não são elas que monopolizam a coisa (o que não é desculpa para aqueles pais que “deixam andar”).
Os Papas servem para muita coisa, e fazem muita falta, a todos.
Faz falta a presença do papá nas audições de piano, nas saídas para o estrangeiro, no início/fim do primeiro namoro, um incentivo, uma palavra, a segurança…
Existem bons, existem os maus e os que pura e simplesmente não existem para além da partilha de ADN.
Uma coisa é certa, na hora “H”, no dia, o tal dia em que aqui a menina esteja a suar as estopinhas para por o cachopo no mundo, ái! Ái do desgraçado do pai da criança que não esteja lá ao lado para ver o criance aparecer ao mundo. A querer cumprir uma tradição ancestral de família, alguém tem de ficar com as marcas e desta vez não pode ser o médico.
Agora a sério.
Estou farta daquela frase do: “Nascemos sozinhos e morremos sozinhos.”
Ninguém nasce sozinho. Ninguém devia morrer sozinho. É por isso que existem as famílias.
Hoje é dia do Pai. Hoje o meu Pai acordou-me com um telefonema. Hoje acho que levou vinte e tal anos a aprender mas que finalmente aprendeu alguma coisa.
Ele: Mas pra que raio queres tu um blog?
Eu: Pelo simples prazer de partilhar. Para mim é quanto baste!
… Isso e a quantidade de trampa que por vezes despejo neste espaço e que me deixa a cabeça muito melhor arrumadita.